9 anos de PapodeHomem

Quase uma década lutando contra a corrente e acreditando em homens possíveis, conteúdo benéfico, comunidades mantidas por círculos de confiança e negócios com transparência e alma, quem diria...

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2015 foi um ano de fluxo e ritmo.

A cada aniversário, sempre me lembro desse comentário do Alex. Seguimos resistindo graças a vocês ;-)

Tenho a ligeira impressão de que todos na casa se permitiram afastar do PdH. Dar dois passos atrás. Três, vai. Cada um a seu modo, sinto que fomos buscar nosso coração após um 2014 puxado, que nos maltratou um pouquinho (gastos elevados, apostas que se fizeram reveses, menos negócios gerados, cortes, rupturas e mais tensão).

Jader sambando nas letras, Luciano montando projeto solo na música, Felipe rodando o globo liderando empresários, Amuri ensinando o mundo a desenvolver uma relação mais lúcida com dinheiro, Cambi sendo pai e entregando projetos mais maduros, Lygia pedalando e lutando por uma SP mais amigável aos ciclistas, Ana Higa experimentando em lindos vídeos e indo a retiros.

Pessoas queridas saíram da casa – Isma, Franco, Rafa, Luiza, Mônica –, mas seguiram na rede e trabalhando conosco, algo bonito de se ver e que não foi nada forçado.

Pessoas chegaram: os estagiários talentosíssimos Marcela e Breno. A Natalia, reforçando o time do Felipe como executiva de vendas. A Lygia, coordenando nosso projeto com Sony, por meio do Escribas (braço de custom publishing da casa). 

Dar respiro nos trouxe espaço. E desse espaço foi voltando timidazinha a semente da alegria.

 

2015 rendeu demais.

Tivemos belíssimos marcos: o "23 dias pra um homem melhor", fomos tema de uma pesquisa de mestrado sobre novos modelos de negócio digitais para projetos de conteúdo, atualizamos nosso projeto editorial após um ano, superamos mais uma crise financeira, criamos canais especiais de conteúdo para marcas cada vez mais sólidos e estamos fazendo uma pesquisa a ser trasnformada em documentário com a ONU Mulheres (viabilizado pelo Grupo Boticário).

Esse projeto com a ONU começou a ser sonhado no final de 2014, foi fechado em agosto de 2015 e está em pleno vapor no momento. O documentário deve ser lançado em abril de 2016, ainda vamos falar muito sobre ele. E diria que a maior parte de minha energia profissional esse ano foi dedicada a ele. 

Tenho algumas aspirações pessoais pra próxima temporada. Lançar um percurso de formação e desenvolvimento para homens, oferecer mais cursos e encontros presenciais (não só o Círculos de Confiança, gostaria de oferecer um ensinando como se constrói um projeto como o PdH), escrever mais em minha coluna "Homens possíveis" (sem falhar) e viajar para escrever um livro sobre conteúdo voltado ao florescimento humano. Quero ir mais para as trincheiras, ter mais contato olho no olho. 

Registro de um dia bonito e o nosso sonho: ter o sustento financeiro por parte da própria comunidade

Tempo bom pra se estar vivo, tempo bom pra se trabalhar com essas pessoas fazendo algo com tanto significado. Fica aquela vontade boa de dar um abraço em todos, coisa que vamos fazer na festa da firrrma semana que vem.

Sem palavras pra agradecer a essa rede de seres malucos – equipe, autores, leitores, fãs, haters, simpatizantes – que nos mantém de pé. E chega de desfiar linhas, passo agora a palavra para cada um dessa trupe bonita. Vem ni nóis, 2016.

"Resiliência" – Felipe Ramos, líder empresarial e diretor de negócios

 

"Para mim, 2015 foi um ano emblemático, daqueles que mais parece que a vida nos coloca à prova, sabe?

Para manter toda a estrutura de pé e conseguir entregar um conteúdo que realmente signifique algo para as pessoas, precisamos de dinheiro e hoje, a nossa fonte principal de receita é a publicidade. 

Sendo assim, foram feitas mais de 150 reuniões em agências de publicidade ao longo do país. Centenas de horas dedicadas a conectar o portal do PapodeHomem e marcas e seus planos de comunicação. 

Como na maioria das vezes o resultado é negativo, aprendi que a resiliência é uma das características mais importantes em um empreendedor.

Muitas vezes não temos os resultados que desejamos e precisamos acordar no outro dia, tão dispostos a encarar mais um dia na labuta quanto no dia anterior. Esse aprendizado é impagável. Vou carregar comigo para sempre."

"Saber meu lugar ajudou pra cacete" – Jader Pires, escritor e editor-caseiro no PdH

 

"2014 foi meu pior ano como editor do PapodeHomem. Mil tretas e poucos trutas, mudança de casa, trabalho, trabalho, trabalho.

Em agosto, no que poderia ser o começo do fim, reestruturamos o nosso editorial e apareceu, do dia para a noite, minha coluna de crônicas. Cotidiano me pareceu o nome mais óbvio e justo, eu sempre botei no papel o comum. E deixar pretensões que não eram minhas, mas "é o próximo passo" foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, às sextas viraram meu oasis e, depois, o contágio direto para tudo o que eu fazia nesse site metido a machão. 2015 pode ter sido meu melhor ano como editor do PapodeHomem, como profissional da escrita, como escritor. Uma coluna puxou a outra, essa que hoje eu boto pra frente, a Do Amor, iniciada em fevereiro desse 2015 bonito. A Cotidiano virou minha newsletter semanal, a Meio-Fio.

Saber meu lugar ajudou pra cacete. 

Beijo com todas as sentimentalidades para os amigos que deixaram o dia a dia aqui na casa do PapodeHomem, mas que continuam publicando conosco, frequentando o site e a minha casa. Rafael NardiniIsmael dos AnjosFelipe Franco, o carinho é grande. Beijo de namoro novo pra quem chegou, a dupla estagiária mais do barulho possível, Marcela Campos e Breno França, vocês são melhores pessoas que eu. Luiza, Lygia, Nat, Ana Higa, Rodrigo Cambiaghi, Felipe Ramos, Eduardo Amuri. Eles que fazem a coisa acontecer aqui. Aos bróder que editam e publicam os artigos do PapodeHomem comigo, Guilherme e Luciano, valeu mais um ano.

Só agora fiz as contas. Dos nove anos do PapodeHomem, tô no rolê há seis, entre colaborador e editor. Bem... rumo aos 10, não?"

"A fagulha criativa nunca morre" – Luciano Ribeiro, músico e editor-caseiro no PdH

"No PdH o ano começou bem intenso pra mim. 

Entrei de cabeça no projeto dos 23 dias para um homem melhor, que me tomou umas belas horas de trabalho. Acredito que ainda esse ano, foi a coisa que mais me alegrou em participar dentro do PdH.

Mas isso não quer dizer que não tenha havido outros projetos legais. Um dos que sinto serem mais alinhados com o que me brilha o olho foi o de HOPE, no qual pude trabalhar com alguns dos autores que mais admiro num tema que considero de essencial discussão: privacidade, em especial no que diz respeito à mulher.

Eu confesso que estava meio conformado com esse meu papel de editor. Já estava aceitando, ainda que com alguma resistência, que era isso. Não tinha mais muito pra onde ir, bastava chegar todo dia no horário, fazer meu trabalho bem feito e seguir em frente, um dia depois do outro.

Mas, um dos maiores problemas de se ter dentro de si uma certa fagulha criativa é que ela fica fraca, mas nunca morre. 

Lá um dia, por volta de março, resolvi me matricular em uma aula de canto, só pra exercitar a voz. Depois, recebi a visita do Leonardo Azevedo, amigo dos velhos tempos de músico, que me colocou a pilha pra tocarmos juntos, enquanto ele estava na cidade. A morosidade estava forte, tive que desenferrujar, mas logo me vi com uma energia absurda. Não conseguia dormir, engatilhava horas e horas de trabalho, tive inúmeras ideias, organizei ensaios, montei arranjos, gravamos as bases de tudo e, agora, já tenho uns 60% do meu EP prontos.

Antes, um pequeno parêntese: gosto de tocar em conjunto, de verdade. Sinto um prazer imenso fazendo isso. Por isso, sofria bastante por não conseguir juntar um grupo e voltar a tocar.

Mas, ao colocar as coisas em movimento outra vez, tive uma epifania que nunca tinha me ocorrido. Eu podia simplesmente não ter banda. Dá pra ser um músico solo. 

Desde então, venho trabalhando nisso, um dia depois do outro.

Tudo indica que volto a me apresentar aqui mesmo, na sede do PdH, durante a festa de final de ano e aniversário do nosso site.

Nada mal pra quem começou o ano achando que nunca mais ia encostar num instrumento com o mesmo entusiasmo de antes, né?"

"Conduzi projetos que me deram a sensação de ter feito do mundo um lugar um pouquinho melhor" – Rodrigo Cambiaghi, gamer, músico, pai e gerente de projetos do PdH

 

"2015 foi um ano de mudanças bem marcantes, turbulentas e experiências deliciosas.

Minha filha Clara nasceu. Se eu começasse a listar o tanto de mudanças internas e externas ia precisar de um artigo, talvez uma coluna inteira. 

Descobri que tinha úlceras, repensei sobre minha alimentação. 

Aos poucos estou abolindo a carne da minha dieta. Em 2 meses nunca me senti tão disposto. Me mudei de casa, duas vezes – espero não precisar mudar de novo por um bom tempo.

Minha irmã mais nova se casou. Construí um fliperamaGravei com minha banda em estúdio profissional.

Achei uma tartaruga na rua e o Jader imortalizou a história toda num lindíssimo conto na coluna dele.

Troquei iOS por Android.

E aqui no PdH ajudei a conduzir projetos fodas que me deram a sensação de ter feito o mundo um lugar um pouquinho melhor ao final de cada entrega.

Foram eles:

23 dias para um homem melhor – O Boticário - http://www.papodehomem.com.br/colecoes/23-dias-para-um-homem-melhor 

Guia completo para os barbados de primeira viagem – Philips http://www.papodehomem.com.br/colecoes/philips 

Admirável Xaveco Novo – O Boticário http://www.papodehomem.com.br/colecoes/o-boticario 

 

Como se vestir melhor, sem rodeios –Dafiti http://www.papodehomem.com.br/colecoes/dafiti 

Guia do cervejeiro – Consul http://www.papodehomem.com.br/colecoes/consul 

A intimidade da mulher é só dela – Hope  http://www.papodehomem.com.br/colecoes/hope

Um beijo grande a equipe toda do PdH que me ajudou a segurar a barra nesse ano turbulento. Vocês são fodas."

"Fui mais franco e menos político" – Eduardo Amuri, handebolista, forrozeiro, consultor financeiro e diretor de muitas coisas no PdH

"2015 me bateu feito gente grande, minha vida pessoal deu um nó. 

O trabalho, que por vezes sugava mais que devia e tomava o lugar do resto, serviu de válvula de escape. Ver a lista de tarefas cheia foi um alento. Nenhum outro ano me realizou tanto quanto esse. Viajei um bocado, falei pra um monte de gente, dos hipsters barbudos do TEDxUdescJoinville aos operários que tocam a fábrica da Saint Gobain, no interior da Bahia. Consegui dar mais escala ao discurso que acredito. Lancei um livro, deus do céu.

Falando de Papo de Homem, acho que nunca estivemos tão enxutos e maduros, mesmo com um começo de ano difícil, bem difícil. Aprendi que certas coisas são amargas, mas precisam ser feitas, e que as relações sempre seguem. De outras formas, mas seguem. Fui mais franco e menos político. Sensação gostosa de que os próximos anos serão ainda melhores. 

Acabei de ler os relatos que as outras pessoas que trabalham por aqui escreveram, nesse post mesmo, e isso só me fez perceber, de novo, como é ridiculamente grande a admiração que sinto, não só pelo trabalho que fazem, mas, mais importante que isso, pela maneira que tocam e lidam com a vida. Não sei nem como expressar o tanto que me sinto agradecido e feliz por estar próximo.

Espero que eu consiga demonstrar isso tudo, todos os dias, por muitos anos."

"Mantendo minha essência" – Lygia de Luca, ativista biker e coordenadora do blog Sony Xperia, mantido pelo Escribas (braço de custom publishing do PdH)

"Ninguém me mandou nudes, mas mesmo assim considero pacas essa turma. Sou novata na casa e não escrevo pro PdH, mas gosto de rir das piadas e absorver pra aprender quando estou por perto. Nesse semestre dividindo a vida com vocês, vi e cometi muitos erros, mas também acertos – e essa é a graça da vida, afinal.

Brigada por permitirem e incentivarem que eu mantenha minha essência sincera. No mais, já vou acabar (olar, Jessica). Certamente a turma das antigas tem mais coisas piegas a dizer,  então vou deixar o textao emotivo pra esses lindos."

"A vida é mais que trabalho" – Natalia Bastogi, expert em reforma de casas e executiva de vendas

"Começando pelo início do ano, 2015 de cara tive uma surpresa muito bacana na vida pessoal. Eu e meu marido compramos uma casa própria! 

Ao decorrer dos meses muitas mudanças ocorreram, algumas boas e outras ruins. Acho que nunca vivi um ano tão intenso. E ao parar pra pensar no fechamento deste ano e escrever sobre isso, refleti que muito ainda está por ocorrer, exemplo disso é meu aniversário em pleno Natal – por isso mamis me deu o nome de Natalia (muito criativo rs). 

A chamada pra fazer parte do time comercial do PdH em setembro foi maravilhosa. Aqui pude perceber o quanto o pessoal de conteúdo se preocupa com os leitores, que a opinião destes é mais que respeitada. E que a vida é mais que trabalho, temos que pensar sempre no bem estar.

Dá muita alegria falar que participo desta equipe comprometida e visionária. Poxa, agora é seguir para o final desta novela, ops, deste ano! Mas já deixando a dica que o final é sempre feliz."

"Vivenciei uma curva intensa de aprendizado" – Ana Higa, videomaker-ninja do PdH

"2015 começou sendo apenas uma extensão de 2014. Sem grandes novidades com a vida seguindo em frente e achei que seguiria nesse mar manso. Mas logo em fevereiro a Luiza de Castro, videomaker sênior daqui do PdH, de quem eu era assistente, me chamou para um café e disse que ia pedir as contas. Não esperava por essa notícia, mas na hora até fiquei ok, pois achei que tinha evoluindo bastante e conseguiria segurar as pontas.

Grande engano.

Logo nos primeiros jobs que assumi fiz um monte de merda. Foram jobs grandes e penosos pra mim, com resultados medianos. Nada que comprometesse as entregas, mas abalou a minha confiança.

Muitos jobs passaram e a cada um eu sentia uma tensão enorme. Mas os resultados foram melhorando com o tempo e minha segurança foi se reestabelecendo.

No entanto, foi na produção do Bate-volta pra Sony, que percebi uma grande passagem. Eu já estava com mais domínio e consciência das etapas e tinha errado o suficiente pra me precaver.

Resumindo, vivenciei uma curva intensa de aprendizado.

Isso, somado ao retiro da Marcia Baja (um respiro essencial no meio do processo), me mostraram que tudo vem com prática e hábito, que uma hora as coisas se encaixam e fluem.

Sei que nem sempre vou ter essa calma, mas isso diminui um pouco a minha ansiedade e me anima para construir novos projetos em 2016.

E, claro, tudo com pessoas maravilhosas por perto (nhóin).

ps.: textos que me deram aguns insights nesses processos e talvez te ajudem também:

https://papodehomem.com.br/sindrome-do-eu-aguento-tudo/

https://papodehomem.com.br/o-que-eu-quero-ser-quando-crescer-or-id-43 "

"Nossa comunidade é implacável" – Breno França, organizador de festas da Atlética e estudante de jornalismo da USP, estagiário de conteúdo da casa

"Numa equipe que tem tanta gente boa escrevendo e fazendo coisas fodas, é muito difícil ser o caçula.

Você sabe que é o elo fraco da corrente e, bem, uma corrente é tão fraca quanto o seu elo mais fraco e, por isso, a pressão que eu mesmo me coloco para alcançar o nível dos demais foi muito grande. E a pressão dos comentários, também. Nossa comunidade é implacável.

Acontece que desses nove anos de PdH, sou leitor há pouco mais de dois anos e escrevo há pouco mais de dois meses. Então, o que dizer diante dessa experiência tão nova e de pessoas tão mais incríveis quanto eu quero ser um dia? Clichê: agradecer.

Obrigado Marcela, por ter filtrado meu email quando eu me inscrevi para a nova vaga de estágio.

Obrigado Guilherme, por ter enxergado em mim um garoto meio exibido demais, mas com talento suficiente.

Obrigado Luri, por ter tanta paciência e dedicação nos garranchos que eu entrego de vez em quando. Sempre.

Obrigado Jader, Cambi, Higa, por fazerem a convivência ser tão boa nesse espaço de trabalho que mais parece um espaço de diversão.

Obrigado Amuri, por ter feito meu email. Haha

Obrigado Nath, Fe, Lygia, por fazerem essa roda girar.

Obrigado Clint, por ser esse cachorro foda que você é.

Obrigado comunidade, por nos ajudar a transformar gerações de homens e mulheres em pessoas melhores."

"Finalmente, vi um caminho pra produção de conteúdo" – Marcela Romão, estudante de jornalismo da USP, feminista e estagiária de conteúdo da casa

Marcela, Ana Higa e Lygia de Luca – bônus pra aparição especial do Ian Leite, se deleitando com a coca-cola ali no canto, ele é diretor e sócio na Monstro Filmes, grande parceira nossa

"Eu já estava mandando beijo pro jornalismo quando, numa quinta-feira à noite de desespero, recebi um e-mail do Guilherme.

"Marcela, finalmente abrimos a vaga de estagiário de conteúdo por aqui.

 Vamos conversar?"

Foi um respiro debaixo d'água.

Leitora do PdH desde novinha, foi uma boa ideia vir ao encontro de leitores pro qual fui convidada. Quem diria que, bons meses depois, eu teria um perfil de autora.

Publicar-se tem sido desafiador – e aqui agradeço Guilherme, Luciano e, especialmente, Jader pela cuidadosa edição. Publicar nossos autores tem sido um privilégio. Trabalhar lapidando ideias é se aproximar, todos os dias, de quem você ainda não é – aqui, um muito obrigada a todos os novos nomes que passaram pela minha edição nestes últimos meses e as devidas desculpas pelas inúmeras caixinhas de comentários abertas no drive.

Finalmente, vi um caminho pra produção de conteúdo. Gente foda fazendo coisa foda – aqui na casa e por toda a rede.

Um beijo pra Ana Higa, Nati, Breno, Lygia, Amuri, Felipe, Lu e Cambi, que me aguentam dando risada até o sol se pôr, no fim da tarde."

* * *

Agora gostaria muito de escutar vocês, que são e fazem nossa comunidade. Que são a razão de existirmos (solta o Fagner, DJ).

Quais foram as impressões de vocês sobre o PdH em 2015?

Quais foram nossos pontos altos e nossos fracassos? Onde podemos melhorar e o que esperam para o próximo ano?

Sejam sinceros, a casa agradece.

Um beijo grande.


publicado em 04 de Dezembro de 2015, 18:48
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Guilherme Nascimento Valadares

Editor-chefe do PapodeHomem, co-fundador d'o lugar. Membro do Comitê #ElesporElas, da ONU Mulheres. Professor do programa CEB (Cultivating Emotional Balance). Oferece cursos de equilíbrio emocional e escreve pequenas ficções no Instagram.


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