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Comemos nossas amigas, torturamos nossos amigos, contamos dinheiro: agosto foi o mês do cachorro louco

Agosto é famoso como o mês do desgosto, o mês em que tudo dá errado, o mês da bruxa solta. Mas, mesmo com todos os indicativos de que teríamos dias difíceis, posso dizer que as previsões nada auspiciosas que normalmente se faz nesta época passaram longe do QG. Quer dizer, nem tanto.

Tivemos a partida do Fred Fagundes, que agora está de volta as terras cuiabanas, o lugar que ele chama de lar. Ficamos apenas o Fabio Bracht e eu como editores, pois o Gustavo Gitti e o Jader Pires viajaram para terras estrangeiras. O Gitti, para concluir o seu curso de Taketina nos EUA e o Jader, para ser lindo ao lado de sua esposa em férias no Uruguai. Felipe Ramos saiu de férias para desbravar o nordeste ao lado de sua amada. Alex Castro teve todos seus pertences roubados numa pousada em Parati. Falcão também não está mais conosco, partiu em busca de aventura. Em seu lugar entrou Daniel Oshiro, vindo do Japão para cuidar de nossa tecnologia.

Além disso, homens foram chifrados, medalhas de ouro foram perdidas, bigodes brotaram, braços foram engessados, o Fabio Rodrigues visitou o QG, mas no final, tudo ficou bem.

Sim, ficou bem, pois no decorrer das tragédias, tivemos degustação de Whisky, o início de novas séries, como a Autópsia FilosóficaNa Estrada e Regras do Jogo; a estreia do Eduardo Pinheiro como Dr. WTF e a nossa primeira investida musical com o PdH Sessions.

Depois de tudo isso ainda contamos com o retorno do Gitti, agora um instrutor formado de Taketina, e do Jader Pires, agora mais Jader do que nunca, fazendo o que ele faz de melhor: jaderizar o PapodeHomem.

Agosto poderia ter sido uma merda mas, na real, foi bem foda.

As minhas melhores amigas são as que eu já comi, por Luciano Ribeiro (53,847)

O que fode a amizade não é bem o sexo. O problema é que alguns olham aquela mulher e sentem a tentação de chamá-la de “minha”. Mas, se você for capaz de não ceder a este descaminho, pode ser mesmo que um novo nível de intimidade surja.
Para isso, é necessário ter a noção de que não há necessidade de periodicidade. Esta é apenas uma amizade na qual o sexo já aconteceu, pode acontecer novamente ou nunca mais. Esse não é o ponto, vocês não são fuck buddies. São amigos.

Bom dia, gordinha, por Jader Pires (35,075)

A Alyshia é gordinha. Não gorda, não obesa, não com o corpo fora de forma.
Apenas… gordinha. O genial é que colocam nela uma roupinha de empregadinha safada, um número menor que o dela, aparentando que ela – a Alyshia – fosse mais gordinha do que efetivamente é.
Mas aí ela fica só de calcinha e mostra que é deliciosa, linda, meiga em expressão, mulher de marcas roxas nas pernas. Alyshia é uma gostosa que acha que é gorda.

Masturbação feminina precisa virar papo de banheiro, por Francesinha (28,432)

Quantas vezes uma amiga já conversou com outra amiga sobre masturbação? Na puberdade, você (mulher, claro) comparava sua vagina com a das coleguinhas? Você competia com as vizinhas para ver quem gozava mais rápido? A não ser que você seja de um planeta bem distante e diferente do meu, provavelmente essa experiência tenha sido sempre coberta de tabus e segredinhos não compartilhados.

5 maneiras geniais de torturar uma pessoa, Pedro Americo (25,804)

Se você quer realmente foder com alguém, a tortura tem que ser algo mais sutil, algo que irá levar o seu “inimigo” a loucura. Eu não teria coragem de torturar fisicamente ninguém, sou molenga demais para isso. Mas as brincadeiras listadas abaixo eu faria tranquilo. Só para ser troll. Mas troll de várzea, troll de raiz, aquele troll moleque.

Homem que diz que "homem bonzinho só se dá mal" só se dá mal, por Maffalda (24,472)

O bonzinho é uma pessoa emocionalmente instável que está procurando validação o tempo inteiro. Ele não tem seus próprios amigos, interesses e atividades preferidas. Parece que está sempre cantando aquela música do “por onde for quero ser seu par”.
Por não saber expressar seus limites, o bonzinho acaba atraindo e se relacionando com mulheres também manipuladoras que se aproveitam dele, o que acaba por reforçar essa visão de mundo maniqueísta e estreita. Ele ainda não entendeu: não é que todas as mulheres sejam vacas, só as que aturam ele.

O que ninguém conta sobre morar sozinho - Parte 2, por Alberto Brandão (16,836)

Já devo ter cometido praticamente todos os erros possíveis na tentativa de escolher o lugar ideal para morar. Apanhei um bocado aprendendo a lidar com imobiliárias, problemas estruturais e exageros na hora de escolher o tamanho do imóvel. Aluguei lugares enormes e caros, pequenos e baratos, fugi do meu orçamento algumas vezes e, em muitos momentos, me arrependi de estar morando onde estava.
Esse tipo de erro faz parte do amadurecimento, alguns deles são até inevitáveis. Sendo assim, eu espero que você erre. Vou tentar diminuir essa curva de aprendizado, te deixando ciente de alguns dos muitos erros que poderá cometer, mas entenda que boa parte do aprendizado só vem com a malícia da experiência.

Dinheiro: um outro modo de usar, por Eduardo Amuri (13,781)

Queremos algo que não tem preço, uma sensação de preenchimento, de ausência de ausência. Com a busca frustrada, vamos nos virando sobre esse buraco, desejando mais, sonhando com o próximo degrau, com o próximo aumento, em criar uma empresa, em ter tempo de sobra para ler, assistir filmes e fazer churrasco. Tentamos materializar nossa felicidade, racionalizá-la, para que nossa busca por uma receita finalmente termine.

Os perigos de ser inteligente, por Tauriq Moosa

Ser mais inteligente não faz com que você seja melhor em transcender visões injustificadas e crenças ruins que naturalmente acabam fazendo parte da sua vida. Pessoas mais inteligentes são mais capazes de justificar a si mesmas, em pensamento, as suas inconsistências, tolices ou falhas óbvias de racionalização, enquanto provavelmente seriam bem críticas em relação a outras pessoas que demonstrassem tolices parecidas.

Bom dia, Hattie Watson, por Jader Pires (13,640)

Tenta só imaginar a ruivinha mais gostosa que você poderia comer na sua vida. A materialização disso seria, invariavelmente, a Hattie Watson.

Jamais leve um livro ao estádio de futebol, por Fred Fagundes (11,993)

Além da camisa do Grêmio por baixo do moletom preto que me fez passar despercebido entre dois grupos de pelo menos 300 torcedores do São Paulo, uma réplica do uniforme de 1995 com o número 7 do Paulo Nunes nas costas, levei um livro de bolso: “El fútbol a sol y sombra”, de Eduardo Galeano. Uma excelente coletânea de crônicas sobre o futebol arte na visão de um uruguaio. Um verdadeiro assassinato da lógica, mas brilhantemente provocativo e coeso.
A ideia é fazer o tempo passar, já que eu havia ido ao jogo sozinho e tinha pelo menos duas horas de hiato e procrastinação até o apito inicial. Uma boa ideia, aparentemente. Mas uma boa ideia que encontrou um sério problema para ser executada: a lei.

Escolha do Editor

PdH Sessions #1 com o Mustache & os Apaches, por Luciano Ribeiro

Foi animal dar início às atividades e ver como as pessoas reagiam ao redor. Tiazinhas nos prédios acenando, as pessoas olhando enquanto caminhavam, os carros parando brevemente para dar uma espiadinha. É bem gostoso observar como a aposta de colocar uma banda como o Mustache e os Apaches em um local inusitado gerou efeitos nas pessoas que passavam.
Desde a sugestão do Guilherme, numa manhã como outra qualquer, até o momento de ver o video pronto, participaram várias pessoas dando opiniões, se envolvendo, brincando de massa de modelar. Para mim, o PdH Sessions tomou forma a partir desse desejo. Por isso, faz muito sentido afirmar, neste momento, que ele é consequência da aspiração de se aventurar.

Agora quero saber de vocês, como foi o mês de agosto?


publicado em 05 de Setembro de 2012, 08:06
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Luciano Andolini

Cantor, guitarrista, compositor e editor do PapodeHomem nas horas vagas. Você pode ouvir no Spotify. Também escreve no Medium e em seu blog pessoal. Quer ser seu amigo no Facebook e Instagram.


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