Como é ser porta voz nacional de um partido aos 26 anos | Zé Gustavo | Caixa-preta #17

Ele é anos e contou um pouco sobre como é participar da cena política

  • Nossos atuais Mecenas:
  • Vivara130x50 jpg
  • Selo dorel jpg

Link do Youtube

Não é de hoje que a política está mal falada. As inquietações e desconfianças rondam a cabeça das pessoas, e elas estão mais do que certas. É um sistema engessado, com figuras carimbadas e peças já conhecidas.

Mas lembrar que esse jogo pode ter novas peças, que ajudem a dar um respiro e a trazer outros caminhos a seguir, é importante para renovar os ares e levar energia. Afinal, independente das desconfianças, a política continua sendo um espaço de disputa e ocupação. Ou deveria ser.

Na conversa com Zé Gustavo, porta voz nacional de um partido aos 26 anos, entendemos mais sobre o quanto "novas peças" podem incomodar quem já está no poder há muito tempo e não quer compartilhar ensinamentos e dar oportunidades aos mais jovens.

"Meu histórico político e de vida é breve em tempo, mas rico em experiências. Nasci em São Carlos e fui criado em Dois Córregos, no interior de São Paulo. Membro de família de poucas posses, estudei em escola pública até conseguir uma bolsa em um colégio particular.

No ensino médio, estudava pela manhã e trabalhava à tarde. Apesar de pouco tempo livre, sempre fui apaixonado por aprender.

Essa paixão me levou à Unesp (Universidade Estadual Paulista), onde estudei Administração Pública no campus de Araraquara, também interior de São Paulo. Fui o primeiro de minha família a cursar o ensino superior"

Sua história com a política ganha os primeiros contornos sólidos na faculdade. Enquanto cursava Administração Pública na Unesp, entrou no Centro Acadêmico da faculdade e se colocou nos debates a respeito de diretrizes curriculares e articulações de eventos nacionais.

A partir daí, a relação de Zé Gustavo com a cena só ganhou laços mais fortes. Hoje faz parte do Diretório Nacional da Rede Sustentabilidade e foi candidato a Deputado Federal por São Paulo nas eleições de 2014.

Porém, por conta de sua pouca idade, ele experimentou diversas situações nas quais foram colocados em xeque sua capacidade e direito de estar ocupando determinados locais de fala ou atuação. 

Nosso décimo sétimo entrevistado do Caixa-Preta, a série de relatos masculinos em primeira pessoa, vem nos apresentar e contar suas experiências com o etarismo, mais uma das facetas do jogo político. 

***

Para ler mais sobre o tema:

***

Você conhece homens com histórias que poderiam virar relatos do Caixa Preta? Conta pra gente!

Não é de hoje que o PdH quer construir uma relação aberta e de colaboração com a comunidade. Pensando nisso, e buscando aumentar o alcance de relatos, nós queremos sua ajuda nesse projeto. Com certeza você convive com diversos homens que carregam vivências construtivas. Não seria incrível se essas histórias pudessem ser compartilhadas com mais pessoas?

Caso você tenha alguma sugestão para a nossa série do Youtube, deixa nesse formulário. É bem simples.

Vamos juntos?

***

Caixa Preta é uma série de relatos em primeira pessoa, na qual homens quebram o silêncio e discutem momentos importantes de suas vidas ou do masculino. Sai toda quinta, aqui no portal e em nosso canal no YouTube


publicado em 29 de Junho de 2017, 14:00
Foto jpg

Carol Rocha

Leonina não praticante. Produziu a série Nossa História Invisível , é uma das idealizadoras do Papo de Mulher, coleciona memes no Facebook e horas perdidas no Instagram. Faz parte da equipe de conteúdo do Papo de Homem, odeia azeitona e adora lugares com sinuca (mesmo sem saber jogar).


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

Nossos atuais Mecenas: