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E se sua cama fosse quase grudada no teto?

Aliviaria uma boa parte do espaço na sua casa.

Um problema americano e europeu agora começa a se tornar, também, um contratempo também de quem vive me grandes cidades brasileiras. Espaço.

Mas, também, pode ser uma questão de optar por algo menor:

Uma moça diz que um lugar pequeno te economiza muito tempo não só na limpeza, mas na energia e tempo que nós gastamos nos preocupando com espaços que mal utilizamos. É muito interessante perceber como essas pessoas optam pelo espaço pequeno não só pelo dinheiro, mas também para se disciplinar (melhorar em quesitos como organização, por exemplo), para se sentirem aconchegadas e aproveitarem sua casa de modo que não acumulem muitas coisas das quais não precisam.
Pessoas criativas em apartamentos minúsculos

O lance é que uma fabricante italiana de mobiliários, a Espace Loggia, criou uma série de "camas móveis" que podem ser levantadas até o teto quando não estiverem em uso, o que dá um baita espaço extra em pequenos cômodos.

Seria um irmão mais novo da cama murphy, aaquela que "entra" na parede, só que com a facilidade mecânica e eletrônica de fazer subir (mais fácil também com a arrumação).

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Lá no site italiano, tem mais fotos e alguns vídeos de como funciona. Aparentemente, é mamão com açúcar o sobe e desce das camas. Tudo também é adaptável (a altura da cama, o tamanho para que caiba o colchão certo no ambiente certo.

Se vamos viver em casas cada vez menores, já vale começar a entender como funciona o mundo lá fora, já mais acostumado com essa realidade.


publicado em 10 de Novembro de 2013, 08:00
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Jader Pires

É escritor e colunista do Papo de Homem. Escreve, a cada quinze dias, a coluna Do Amor. Tem dois livros publicados, o livro Do Amor e o Ela Prefere as Uvas Verdes, além de escrever histórias de verdade no Cartas de Amor, em que ele escreve um conto exclusivo pra você.


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