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Edição limitada da Camiseta PdH à venda

Buenas, senhores. Como sabem, recebemos um bocado de pedidos da camiseta que nos viram usando em a(des)venturas recentes.

A origem dessa camiseta é cercada de misteriosos percalços. Considero prudente compartilhar, assim estarão cientes do que ela representa. Para começo de conversa, seu parto foi fruto do acaso, sem planejamento prévio. Em dezembro, antes de partirmos rumo a Jurerê, resolvemos fazer 22, por diversão. Vai que alguma leitora gostosa charmosa nos reconhecesse.

Recebemos as 22 camisetas no dia 22/12, lua cheia. Cabalístico.

No final das contas, *ninguém* comentou porra nenhuma sobre a camiseta.

É, fail total.

Mas algo estranho aconteceu nas terras ao Sul, o insuspeito manto nos cobriu da mais pura sorte. Os problemas mais insólitos se resolviam como por milagre se algum dos mancebos presentes estivesse trajando a famigerada gravata verde.

Acompanhem:


  • Carro quebrado?  Assistência inesperada, de prestativas mulheres de biquini.

  • Sem dinheiro na carteira? Moças de biquini oferecendo bebidas, por pura gentileza.

  • Nenhuma moça de biquini por perto? Surge algum amigo com garrafa de boa bebida para compartilhar um porre.

  • Perdidos na estrada? Colocamos a camiseta contra o sol. Um facho de luz foi projetado sobre a gravata, nos apontando a direção correta.

  • Sem comida na geladeira? Colocamos a camiseta no forno, em fogo médio. Um frango assado acompanhado de batatas e farofa saiu de lá, 15 minutos depois.

As garotas que vestiram nossa camiseta notaram os mesmos benefícios, substituindo os biquinis por musculosos rapazes de sunga. E o frango com batatas e farofa delas foi trocado por uma Ceasar Salad com salmãozinho grelhado.

Surreal. No entanto, aconteceu. As fotos abaixo registram alguns desses momentos insólitos:

Minutos antes, Cambiaghi estava na sarjeta. Sentado sozinho.

O fogos estouraram com o aperto de mãos

Apesar da ridícula pose de boy band, a porta do carro abriu sozinha para entrarmos

Err... essa é só um salto coletivo mesmo

Ao chegar no QG, resolvemos investigar melhor a questão. Enviamos amostras do tecido para James Randi, o caçador de paranormais. Até hoje, não obtivemos retorno. O correio confirma a entrega da camiseta, pelo visto o maroto Randi preferiu não se pronunciar.

Durante a última celebração do St. Patricks Day- uma das maiores celebrações da cerveja -, um de nossos autores foi parado no meio da rua enquanto usava a camiseta. Um legítimo senhor irlandês ficou intrigado com o tom de verde usado na logomarca. Segundo ele, poucos sabem disso, mas era a cor usada pelo próprio Saint Patrick, em pleno século IV.

A fabricação

Encontrar fornecedores adequados foi um desafio insano. O local onde mandamos fazer as primeiras dez simplesmente desapareceu. Parece nunca ter existido. A locação física deu lugar a uma loja de aparatos místicos, comandada por um pai de santo que se recusou a conversar conosco. Felizmente, descobrimos uma estamparia nórdica de grande prestígio e tradição, indicada por amigos. Para se ter uma ideia, o profissionalismo é tamanho que, no intuito de garantir a qualidade, todas as costureiras trabalham de topless. É muito esmero, fiquei boquiaberto ao conhecer as instalações. Como devem supor, não podemos postar fotos. É tudo bastante confidencial.

Retomando o assunto. A tiragem será limitada, faremos a quantidade exata de pedidos. Não há previsão para nova fornada, por hora.

Nos comentários, consultei vocês a respeito do preço. Perguntei se algo entre R$40 e R$50 estaria ok. A maioria concordou.

Portanto o preço de venda será de R$49 + frete.

Vamos recolher os pedidos somente até sexta que vem, dia 8 de abril. Na sequência vamos enviar um link de pagamento a cada um dos interessados, mandar fabricar e informamos a data prevista de entrega.

UPDATE: PEDIDOS DA PRIMEIRA LEVA ENCERRADOS.

[formulário removido]

É isso.


publicado em 30 de Março de 2011, 16:00
File

Guilherme Nascimento Valadares

Editor-chefe do PapodeHomem, co-fundador d'o lugar. Membro do Comitê #ElesporElas, da ONU Mulheres. Professor do programa CEB (Cultivating Emotional Balance). Oferece cursos de equilíbrio emocional e escreve pequenas ficções no Instagram.


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