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Paternidade, finanças e protesto | Os melhores comentários da semana

Falamos de muita coisa séria em semana de reviravoltas políticas

Temos uma casa bem acolhedora aqui em Perdizes. Ela fica quase de esquina, na rua da PUC, e vive movimentada por crianças alegres que brincam nos colégios ao redor e jovens bonitos de cabelos variados que compõe a paisagem gostosa.

Quem é de São Paulo com certeza já foi convidado a passar aqui algumas vezes, seja pra um curso, um encontro como o 23 dias para um homem melhor ou pra pegar um presente que a gente publicou nas nossas redes sociais.

Gostamos de receber. Ainda que tenhamos perdido a mão de fazê-lo toda semana ou mesmo todo mês, vira e mexe a casa está de pernas pro ar, cheia de gente na nossa cozinha ou em pé na nossa sala, olhando pro jardim através da parede de vidro.

Essa é a visão paradisíaca da nossa parede de vidro: Clint e Clara, dois filhotes gostosos do nosso gerente de projetos, Rodrigo Cambiaghi

Quem vem pode até flagrar nossa baguncinha. Coisa de gente que vive arrastando os móveis pros fundos, abrindo o salão pra mais uma rodada de carimbó de tempos em tempos. Dá pra encontrar também algum restinho de pelo voando rente ao chão – é assim que o cão Clint marca seu território.

Se vier no momento certo e olhar direitinho, pode até ver aquelas coisas que não queríamos mostrar: eu andando descalça pela casa, Breno vigiando computadores alheios no cansaço das quatro da tarde, Cambi ficando nu em dias de calor, Nat comendo fandangos.

O espírito se estende pros ambientes virtuais. Vocês já devem estar cansados de ouvir que nossa caixa de comentários é nosso tesouro. Cuidamos dela como quem cuida a um filho, com bastante carinho e atenção.

Já há um bom tempo temos nos orientado pelas premissas da comunicação não-violenta, das narrativas compassivas e da empatia no falar e ouvir. Em suma, uma fala mais lúcida, que entende de onde suas vozes estão vindo e tem poder de controle sobre elas e, podendo escolher, opta pela abertura e crítica construtiva.

Essa prática tanto nossa aqui na casa como na gestão da comunidade é um estímulo contínuo para que continuemos explorando nossas possibilidades de comunicação. Já rendeu um caprichoso percurso sobre Como cultivar melhores conversas na web e o Gui, nosso fundador, também ministra cursos sobre sobre o cultivo de comunidades digitais benéficas, onde se estabeleçam círculos de confiança e abertura.

Zelamos pra que nossa caixa de comentários seja um espaço de troca, um ambiente propício a conversas diversas – sejam elas sobre a intimidade de quem abre o peito pra trocar confidências, sobre polêmicas de interesse público ou sobre o filme da semana passada. E temos percebido que o trabalho tem dado bons frutos. Lindas discussões se desenrolam por lá.

Por isso, como forma de balanço, mas também de convite, deu vontade de fazer uma coletânea semanal das melhores conversas que rolaram por lá. Aquelas cujas falas tiveram a capacidade de botar em movimento um debate construtivo, que brilharam os olhos, tiraram mentes do lugar, foram sinceras em sua intenção.

Aqui vai a primeira rodada, com convite estendido: digam pra nós que acham da ideia e complementem o artigo com as próprias sugestões. Ah, e cliquem nos títulos pra acompanharem as discussões na íntegra. As imagens dão só um gostinho.

Em Você já traiu sendo traído? | Do Amor #27

Em Cenas de uma parternidade sem filtros | Mundo Interno #12

Em “Preciso organizar minhas finanças mas sinto um desânimo sem fim”

Em Lá onde você comprou, tinha pra homem?

Em Por que não fui para as ruas ontem

 


publicado em 18 de Março de 2016, 15:51
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Marcela Campos

Tão encantada com as possibilidades da vida que tem um pézinho aqui e outro acolá – estuda Jornalismo na Universidade de São Paulo, mas também cursa Saúde Reprodutiva Holística no Justisse College. Compõe a equipe de conteúdo do PapodeHomem, modera uma comunidade de quase dez mil mulheres e não tem preguiça de bater um papo bom.


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

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