Como se transforma a paternidade no Brasil? Faltam apenas 4 dias para o PAI: Os desafios da paternidade atual.
Compre já o seu ingresso!

Presidente russo quer ver sua população "dando umazinha"

Ah, os russos.

Veja a última do Vlad:

“O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, contratou a banda de soul/R&B Boyz II Men para realizar um show em Moscou com o objetivo de fazer com que casais ouçam as músicas dos caras, se “animem” e façam filhos.” 

Notícia da revista NME

Não sei se você sabe, mas Vladimir Putin já é praticamente da cultura pop. Não sei se pelos infinitos memes ou pela eleição em que votaram 140% da população russa, ou até mesmo por ele ser até hoje um soldado da guerra fria. Só sei que ele conseguiu superar a dancinha do Yeltsin e se tornou uma figura bizarramente popular.

Quando eu vejo uma notícia dessas, na hora eu imagino que ele quer aumentar a população para dominar o mundo. Ou isso, ou Vlad é um incompreendido que só quer disseminar o amor na Mãe Rússia. Outras coisas pipocam na cabeça: serão os russos meio frígidos? Será Boyz II Men capaz de produzir o efeito “catuabazístico” no pessoal de lá?

Eu confesso que não conhecia a banda, o Wikipedia me disse que é uma das maiores bandas de "penetration songs" de todos os tempos. Tentei ouvir mais de um minuto, foi impossível. Quem nasceu para Boyz II Men nunca será Marvin Gaye. Visando o crescimento da população russa e logicamente uma maior quantidade de coisas como essas, eu tive algumas ideias mais eficazes para o aumento de in-out in-out entre os russos.

Na verdade, o que eu pensei foi numa série de ações sérias para que o nível de eficácia seja insuperável.

Guia para aumentar o sexo na Mãe Rússia (com todo o respeito)

Cortar a televisão e a internet: sim, ficaremos sem os vídeos por um tempo, eu sei, mas é para um bem maior.

Tio Vlad tira a vodka do pessoal: eu sei, não disse que seria fácil. Mas com o tanto de vodka que esse povo toma, uma gravidez deveria ser considerada um milagre naquele país. Já tentou fazer seu pau subir depois de uma garrafa de Roskoff?

Em uma semana, os russos, já sem nada para fazer e sem saco para a perestroika, vão começar a olhar com olhos mais famintos para seus respectivos parceiros. Vai ter Nikolai da vida querendo as tetas da mãe Rússia em pessoa.

Governo doa kits de fondue de chocolate para casais: além de duas garrafas de vinho – com pouco álcool. Mais ainda, as rádios de todo país só tocariam coletâneas de Marvin Gaye e Barry White.

Imagina aquele clima frio, sem nada pra fazer naquele gulag sem móveis com um tapete e uma lareira, um casal vestindo apenas uma pele de urso morto a grito. A necessidade de calor, mais o chocolate, mais o vinho, menos a tv, menos a vodka. Não tem como. Pimba na gorduchinha. Ripa na chulipa.

A população morrendo de diabetes pela quantidade de chocolate não será problema, já que ninguém mais irá morrer de cirrose. A hora então é de colocar em prática a parte final do plano.

Clonagem: utilizar as tecnologias alienígenas escondidas durante a Guerra Fria para clonar milhares de Marias Sharapovas.

Ninguém resiste a uma Sharapova.

Quer saber. Putin: clona todo mundo com a máquina de Betelgeuse e me passa o vinho, o fondue, a lareira, a trilha sonora e a Sharapova.

Claro que esse humilde guira não seria completamente eficaz sem a ajuda de vocês. Gostaria - de coração - de transformar esse espaço em um grande celeiro de dicas para a fornicação eficaz russa. Queria ter orgulho de encontrar algum amigo russo meu (todos se chamam Dimitri) e mostrar que nós, brasileiros, nos preocupamos com a saúde sexual deles.

Tido isso registrado no final do meu texto, comentem.


publicado em 06 de Fevereiro de 2013, 12:00
28d2dc073d6cdf08302c0ed5fa15db8a?s=130

Pedro Turambar

Pedro tinha 25 anos e já foi publicitário. Ganha a vida fazendo layouts, sonha em poder continuar escrevendo e, quem sabe, ganhar algum dinheiro com isso. Fundou o blog O Crepúsculo e tem que aguentar as piadinhas até hoje. No Twitter, atende por @pedroturambar.


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

Sugestões de leitura