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Road Warrior II - Mobilidade e o HelloMoto Q, Parte I

Quando pegamos a estrada e realizamos longas viagens podemos precisar continuar em contato com o trabalho, os amigos ou o mundo inteiro.

No primeiro artigo da série Road Warrior avaliamos um notebook poderoso, que deve fazer parte da bagagem de todo viajante que deseja estar conectado aonde quer que vá. Entretanto, depender de uma rede Wireless pública para enviar aquele relatório atrasado, ou responder o email que acaba de chegar pode ser inviável. Em muitas situações viajamos para localidades desprovidas de Wi-Fi Zones ou, simplesmente, com Hotspots privativos.

Mobilidade é fundamental

Além do mais, existem momentos em que abrir o seu computador portátil pode ser inconveniente devido a restrições de tempo, segurança, praticidade, dentre outras. Há algum tempo atrás, a solução mais comum para conectar seu computador portátil na Internet era realizar uma conexão Dial-up através do modem telefônico embutido. De uns tempos para cá, tefones celulares passaram a incorporar funcionalidades de modem que serviriam para manter os viajantes conectados em qualquer lugar. Todavia, era difícil contar com as conexões extremamente lentas, inconstantes e consideravelmente caras.

Na cadeia da evolução, surgiram os primeiros celulares “habilitados” para acessar a Internet através da rede de telefonia celular. Os primeiros aparelhos dotados de navegadores WAP exibiam letras minúsculas e telas igualmente pequenas com páginas construídas especialmente para esse tipo de equipamento. As operadoras de telefonia móvel apostaram alto nessa tecnologia que, em termos, não vingou devido ao alto custo de navegação na internet, a lentidão da transferência de dados e, principalmente, a falta de serviços realmente úteis e interessantes para o usuário.

A utopia da banda larga via celular começou a se tornar realidade no Brasil quando operadoras de telefonia móvel começaram a disponibilizar serviços de transferência de dados em alta velocidade para os dispositivos móveis. Agora, os que podiam pagar - bem caro - pelo serviço conseguiam acessar funções básicas da rede através de seus celulares. Os que realmente precisavam da Web ou de serviços de correio eletrônico podiam conectar os telefones celulares com os novos modems a seus computadores portáteis.

Hot Spot no McDonald´s e dedos engordurados no Laptop, combinação perfeita

Apesar dessa nova possibilidade, o usuário que depende do máximo da portabilidade para efetivamente utilizar serviços da Internet on-the-go, ainda possuia dificuldade em utilizar a dupla celular/notebook. Esse usuário não é mais um orfão da tecnologia já que o impressionante desenvolvimento dos computadores de mão permitiu que esses gadgets evoluissem para muito mais que uma agendinha eletrônica. Acessar a Internet através de um PDA via celular não só é procedimento prático e simples, como possui uma série de vantagens - e, obviamente, desvantagens - em relação ao acesso com laptop.

Uma outra solução para os profissionais que não podem desconectarem-se do mundo nunca, são os PDA Phones e os Smartphones. O primeiro consiste em uma computador de mão que integra funções de telefonia. O segundo consiste em um telefone celular que integra funções de computador de mão. Não se enganem: a diferença entre as duas classes de dispositivos móveis é ao mesmo tempo sútil e determinante.

O equipamento mais adequado para o usuário que faz usos eventuais de softwares computacionais e insiste em carregar seu PDA no bolso para onde quer que vá é, sem dúvida, o smartphone. A grande competição entre as operadores de telefonia móvel vêm derrubando o preço desses dispositivos no mercado brasileiro, assim como as tarifas de transferência de dados. Foi através de uma dessas promoções destinadas a recuperar o marketshare perdido para a concorrência que a Vivo me ofereceu uma proposta muito atraente para adquirir meu primeiro smartphone pessoal com um plano de transferência de dados ilimitado. Isto é, eu não pago um único centavo adicional para acessar a Internet o quanto eu quiser e por quanto tempo eu quiser.

HelloMoto Q, internet 24/7

O telefone que escolhi foi o Moto Q que será dissecado nessa avaliação junto com os serviços de Internet e telefonia da Vivo. Nesse artigo também serão apresentadas para você diversas formas de extrair leite da pedra com seu smartphone. Iremos mostrar que essa é uma solução em tanto para profissionais que necessitem de muita mobilidade.

A primeira coisa que chama a atenção no Moto Q é o design. Ele é bem fininho ao estilo da série RAZR da motorola, até porque seu nome original era RAZRBerry. Você que já ouviu falar da febre BlackBerry entre os executivos no mundo inteiro não se enganou quando leu o nome original do smartphone da motorola. O Moto Q, fabricado pela empresa Verizon e licenciado para a Motorola, veio ao mercado com o intuito de abocanhar parte da fatia de mercado dominado pelo BlackBerry da RIM.

Para entender parte do fenômeno BlackBerry basta saber que ele conta com a tecnologia PUSH MAIL, que permite ao aparelho sincronizar com seu servidor de emails para fazer o download de seu correio eletrônico direto para o celular. A facilidade de operação do equipamento foi tanta que transformou o celular da RIM no fetiche dos executivos que, agora, checavam e respondiam email nas quadras de tênis, na fila do banco, no jantar com a familia… Já existem clínicas especializadas em curar o vício dos executivos em relação ao BlackBerry.

Versão Sexy Black

Portanto, transformar um smartphone em um dispositivo levíssimo, fácil de carregar e que não deve em nada à portabilidade de um celular convencional, foi a grande sacada da Motorola. Inclusive é concenso entre os integrantes da comunidade de usuários de dispositivos móveis que o Moto Q é o mais fashion de todos os smartphones.

Amanhã, o resto da avaliação completa do smartphone Moto Q, na qual comento sobre o desempenho do aparelho com programas como o Skype, Msn, Gmail, Flickr e Picasa. Show de bola!


publicado em 12 de Abril de 2007, 10:15
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Rodrigo Almeida

Engenheiro, apaixonado pela vida e por qualquer coisa com um motor potente, nostálgico entusiasta de muitas daquelas boas coisas que já não mais se fazem como antigamente.


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