Tudo que você precisa saber para entender futebol americano

Nossa transmissão do Super Bowl LI pelo twitter começa daqui a pouco, 20h30. Siga com a gente

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Demorou, mas chegou.

Apesar de não haver um número muito relevante de praticantes no Brasil, o interesse pelo futebol americano cresce cada vez mais entre os telespectadores. O país é visto como um mercado emergente interessante, mas ainda existe muita gente que vira os olhos quando houve falar de futebol americano.

Desdenhar da modalidade, porém, é pura besteira. Felizmente, o mundo dos esportes nos oferece uma condição privilegiada: você não precisa abandonar uma modalidade para passar a conhecer outra. Há espaço pra todo mundo.

Agora, se não se trata de uma questão de preconceito, mas de desconhecimento, vou fazer o possível para explicar o jogo o suficiente para te fazer capaz de entender o esporte e acompanhar os jogos sem ficar completamente por fora do que está acontecendo. Aceita o convite?

História

Como você pode imaginar, o futebol americano é uma derivação do futebol, mas tem o rugby como um intermediário entre eles. Quando famílias ricas americanas mandavam seus filhos estudar na Europa no século 19, os jovens voltavam jogando futebol e rugby e acabaram popularizando as modalidades dentro dos Estados Unidos.

Depois de chegar a América em 1860, passaram-se alguns anos até que os americanos começassem a fazer suas próprias adaptações nas regras do rugby, mas, em 1876, universitários de Harvard, Princeton e Columbia se unem para escrever um livro formal de regras para o American Football.

Apesar da padronização, o esporte de bastante contato físico ainda era jogado sem nenhuma proteção, o que ocasionou muitas lesões e até algumas mortes, fato que levou o presidente da época, Theodore Roosevelt, a ameaçar o banimento completo do esporte no país. A ameaça, porém, deu novo impulso para padronizar a modalidade que continuou crescendo e que se profissionalizou oficialmente em 1920.

Demorou até que a galera começasse a usar equipamentos de proteção, mas hoje em dia um uniforme do jogador de futebol americano tem 11 itens. No futebol, são 5.

Com o nível competitivo aumentando cada vez mais, foi preciso criar regras para a contratação de jogadores. A formação das equipes, porém, sofreu um grande baque na ocasião da Segunda Guerra Mundial. Pela idade e perfil atlético dos jogadores, muitos deles foram convocados para o exército e equipes rivais tiveram que se unir para não serem obrigadas a encerrar suas atividades.

Com o fim da guerra, porém, a liga continuou crescendo e alterando regras para tornar o esporte mais atrativo. A intenção foi bem-sucedida e o esporte começou a ser televisionado na década 1950 em horários privilegiados e para todo o país. Em 1958, a partida final entre Baltimore Colts e New York Giants alcançou 45 milhões de espectadores, 1/4 da população americana da época.

O sucesso da liga, porém, acabou jogando contra seus próprios interesses. Com o surgimento de ainda mais clubes, uma segunda liga foi criada para rivalizar com a primeira. Eles propuseram alterações nas regras, tiveram novas ideias de marketing e fizeram frente à organização original. A trégua surgiu exatamente em 1967, quando os líderes tiveram a ideia de fazer uma partida que reunisse o campeão das duas ligas e a nomearam Super Bowl.

Mais uma vez, a ideia foi um sucesso e dois anos mais tarde os institutos de pesquisa apontaram que o futebol americano tinham passado o beisebol como esporte número 1 no coração dos americanos. A integração entre a National Football Conference (original) e a American Football Conference (secundária) só aumentou, e os times começaram a jogar entre eles ao longo de toda a temporada, não só na partida final.

Com as bases do esporte estabelecidas, as ligas deram espaço para que os clubes também se organizassem melhor e grandes jogadores surgissem. Nas décadas seguintes, a transmissão das partidas foi melhorada, as estatísticas foram introduzidas, o Super Bowl se tornou um evento muito maior e as ligas começaram sua expansão internacional, realizando partidas fora do país e transmitindo o campeonato para o mundo inteiro.

Regras

Tempo de jogo

O jogo de futebol americano tem 4 tempos de 15 minutos e o tempo só para em situações específicas da partida: [i] se o jogador com a bola sair pela lateral, [ii] se algum time pontuar, [iii] se a bola lançada tocar o chão antes de ser pega (passe incompleto) e [iv] se houver falta. Fora isso, o cronômetro segue rolando.

Pontuação

O objetivo do jogo é marcar mais pontos que o adversário e para isso existem algumas possibilidades.

A principal delas é o touchdown pois vale 6 pontos, maior pontuação do jogo. Nessa jogada o time deve chegar com a bola dominada até a linha de fundo do campo adversário.

As zebras, como popularmente são chamados os árbitros no esporte, fazem esse gesto com os braços pra cima para sinalizar quando houve pontuação.

A cada touchdown, a equipe ganha uma nova possibilidade de pontuar: chutar a bola para que ela passe entre as traves do "Y" em troca de 1 extra point ou tentar fazer um mini-touchdown em uma única tentativa no que se chama de conversão de 2 pontos. Em geral, pelo risco, as equipes só escolhem a segunda alternativa quando estão muito atrás no placar.

Quando uma equipe, porém, percebe que não será capaz de fazer um touchdown, seja por falta de tempo ou porque está perto de perder a bola (explicamos em breve), ela tem como alternativa tentar o field goal em troca de 3 pontos. Nesse caso, um jogador especializado em chutes (kicker) entra em campo para tentar acertar a bola entre as traves da distância que for. Em geral, os chutes mais distantes passíveis de conversão estão a umas 40 ou 50 jardas da "linha de fundo" do campo adversário.

E por último, existe a possibilidade do "gol contra" no futebol americano, chamado de safety, e que vale 2 pontos. O caso, porém, é raro, pois só acontece quando um jogador é derrubado atrás da "linha de fundo" de seu próprio campo ou é obrigado a sair do gramado pela lateral ou pelo fundo dessa área.

Dimensões

O campo de futebol americano é medido em jardas (sim, eu sei). Ele é formado pelo que se chama de sideline (lateral) com 100 jardas (ou 91,44 metros) de comprimento53 ⅓ jardas (48,76 m) de largura mais as duas endzones (linha de fundo), com 10 jardas de comprimento cada e a mesma largura.

Nota-se, portanto, que o que chamamos até agora de linha de fundo não é exatamente uma linha, mas uma área pintada onde os times podem pontuar. Da mesma forma, todas aquelas linhas verticais que podemos observar na transmissão são apenas linhas de orientação para as marcações e jogadas.

Além disso, as traves do "Y", por onde a bola deve passar em tentativas de pontuação por chutes, fica a 10 pés (3,04 m) de altura e tem 18 pés (5,64 m) de largura. Perceba que não existe uma altura máxima permitida. Só é necessário que a bola passe dentro dessa largura de 18 pés a no mínimo 10 pés de altura. Portanto, não se surpreenda se os árbitros marcarem ponto mesmo que a bola passe "acima" do Y. A extensão dessas traves é "infinita".

As linhas de marcação de jardas são apenas orientação e as traves verticais do Y são uma linha infinita pra cima.

Jogadores

Assim como no futebol, as equipes devem ter no máximo 11 jogadores em campo por vez. Inicialmente, também como no futebol, esses mesmos 11 jogadores eram responsáveis por todas as ações do jogo: atacar, defender, chutar, passar, receber... Com o passar do tempo, porém, as equipes pediram e a organização aceitou acabar com o limite de substituições, o que na prática criou jogadores especialistas em cada função.

Quando o time está com a bola, entra em campo a equipe de ataque. 11 jogadores divididos entre quarterback (principal jogador da equipe, responsável por lançar a bola), os bloqueadores (que tem como única função proteger o quarterback), os corredores (que recebem a bola do quarterback e correm com a bola na mão) e os recebedores (que recebem os lançamentos do quarterback). Essas regras sobre o que cada um dos jogadores pode fazer em campo são bem rígidas, mas qualquer um que acabe tendo a posse de bola durante a partida pode correr para tentar pontuar.

Quando o time está sem a bola, por sua vez, entra em campo a equipe de defesa. Os defensores são divididos em linha defensiva (ou tackles e ends, geralmente mais fortes e altos para fazer o primeiro contato com os adversários, tentando derrubar os corredores ou atrapalhar o quarterback), jogadores da secundária (ou cornerbacks e safeties, geralmente mais rápidos para serem capazes de interceptar passes longos) e os linebackers (um híbrido entre os dois grupos, podendo se posicionar para interceptar passes mais curtos ou impedir o avanço de corredores dependendo da jogada adversária).

Por último, há também uma equipe de especialistas que só entra em campo em ocasiões de chute (seja para tentar pontuar ou para devolver a bola o mais longe possível de sua endzone), em que destaca-se o kicker: jogador responsável por chutar a bola, dentro os quais temos atualmente Cairo Santos, o único brasileiro que disputa a NFL.

Cairo SANTOS, camisa 5 do Kansas City Chiefs, é kicker e também é o único jogador brasileiro em atuação na NFL.

Jogadas

Uma vez que uma equipe está com a bola, ela tem sempre 4 tentativas para avançar 10 jardas no campo ou pontuar. São o que chamamos de descidas.

Cada vez que o time consegue o avanço necessário, voltamos para a 1ª descida pois não há um limite de tempo de posse, apenas de tentativas. Caso ele não consiga na primeira, vamos para a 2ª, a 3ª e, finalmente, a 4ª descida, mas note que essa última geralmente não se trata mais de uma tentativa de avançar, mas apenas de finalizar a jogada, chutando para um field goal ou simplesmente para devolver a posse de bola. Nessa horas, repare que o quarterback (responsável pelos passes) sai do campo e dá lugar o quicker (responsável pelos chutes).

É importante você saber também que o avanço (ou retrocesso) de cada descida é acumulado para a próximo, ou seja, o time não precisa tentar avançar 10 jardas sempre. Eles podem, por exemplo, avançar 5 jardas na primeira descida, 2 na segunda e mais 3 na terceira. Quando conseguirem o total de no mínimo 10, suas tentativas são reiniciadas.

Nessas tentativas de avançar, existem três ações principais: a corrida (avanço terrestre), os passes e recepções (avanço aéreo) e os bloqueios (para proteger quem está com a bola). Já na tentativa de impedir o avanço adversário temos: o tackle (derrubar o jogador com a bola, parando a jogada no local da queda), o sack (tackle feito em cima do quarterback, mais raro, e que faz o time "andar pra trás" uma vez que esse jogador sempre fica atrás da linha onde a jogada começa) e a interceptação (que é roubar a bola no ar depois que o quarterback a lançou para alguém).

Como vence o jogo quem pontua mais e, praticamente, só é possível pontuar se estiver com a bola, manter a posse (ou roubá-la) é muito importante. Por isso as interceptações e todos os outros momentos nos quais o time consegue ou sabe que vai conseguir recuperar a bola são muito comemorados. São eles: o fumble (quando um jogador não consegue segurar o passe e a bola fica viva no campo, sendo do primeiro jogador que for capaz de dominá-la), a tentativa de field goal malsucedida (o kicker tenta acertar o Y mas não consegue e o time adversário recupera a bola do local onde o kicker tentou o chute), a perda em downs (justamente quando a equipe estoura as 4 tentativas que tem de avançar pelo menos 10 jardas) e o punt (quando o time sabe que não vai conseguir avançar o que lhe resta e chama o kicker para devolver a posse de bola).

Faltas, punições, desafios e pausas

Como as jogadas são complexas, os jogadores são muitos e as possibilidades quase infinitas, há uma lista enorme de faltas possíveis de serem marcadas. Em geral, para compreender bem o jogo você precisa saber apenas de algumas delas:

1. Atraso do jogo: o time com a posse tem no máximo 40 segundos para recolocar a bola em jogo após finalizada a ação anterior, se estourar esse tempo, a equipe é obrigada a recuar 5 jardas.

2. Saída falsa: para que a jogada seja considerada válida, todos os jogadores devem estar parados, com exceção de 1 (geralmente o quarterback) que pode caminhar apenas lateralmente e sempre atrás da linha de defesa. Caso alguém se mexa, a jogada é invalidade e o time, obrigado a recuar 5 jardas.

3. Offside: é como se fosse a saída falsa só que da defesa, marcada quando algum jogador da linha defensiva ultrapassa a linha da bola antes dela se movimentar. Nesse caso, o ataque avança 5 jardas.

4. Holding: só o jogador que está com a bola pode ser puxado ou derrubado, os demais podem, no máximo, se empurrar. No caso da defesa puxar ou derrubar outro jogador, o ataque avança 5 jardas e reinicia suas tentativas de descida. No caso de algum atacante puxar ou derrubar um defensor, sua equipe recua 10 jardas.

5. Interferência: um defensor não pode segurar, puxar ou derrubar um adversário para impedir que ele receba o passe. Ele deve atacar a bola ou esperar que o adversário esteja com a posse para então pará-lo. Caso não faça isso, as tentativas de descidas são zeradas e o ataque começa a jogada no local da falta.

6. Falta pessoal: quando um jogador faz uma falta que 'coloque em risco a integridade física do adversário', incluindo puxar o adversário pela máscara do capacete, usar o capacete contra a cabeça ou o joelho do adversário, fazer uma falta do lado de fora do campo, etc. A punição pra isso é de 15 jardas pro time do infrator e tentativas de descidas zeradas para o adversário. Caso o mesmo jogador cometa duas faltas pessoais no mesmo jogo, este é excluído da partida.

7. Intentional grouding: essa falta só pode ser cometida pelo quarterback. Quando este percebe que não tem para quem passar ou como avançar, para evitar o sack, joga a bola para fora do campo. Se a arbitragem perceber que foi intencional, punição de 10 jardas e perda de uma descida.

Para marcar as faltas, os juízes sinalizam de duas maneiras distintas. Se as jogadas ainda não tiverem sido iniciadas, eles simplesmente apitam sinalizando que houve algo de errado e caso a jogada esteja em andamento, eles lançam bandeiras amarelas no campo para sinalizar que viram uma falta.

Bandeira amarela arremessada em campo quer dizer que tem falta na jogada.

Os técnicos podem desafiar as marcações dos juízes duas vezes por jogo, jogando uma bandeira vermelha em campo, obrigando-os a consultar o vídeo da partida para tomar a decisão correta. Caso a marcação da arbitragem esteja inicialmente errada, o técnico não gasta esse pedido de desafio. Caso o desafio do técnico esteja correto nas duas vezes, além de manter os pedidos, ele ganha um extra. Porém, não é permitido pedir desafio nos dois últimos minutos da partida, para evitar que os treinadores usem isso como recurso para prolongar o jogo ou interromper as ações. Também vale observar que os técnicos têm até o recomeço do jogo para pedir revisão da jogada. Caso percam essa janela, será validada a decisão da arbitragem.

Por último, os jogadores e treinadores também podem pedir tempo técnico a qualquer momento. Cada equipe têm três pedidos de tempo (não cumulativos) na primeira metade do jogo e outros três pedidos na segunda metade. Fora isso, há também duas paradas automáticas, previstas há dois minutos do fim do segundo quarto e há dois minutos do fim do jogo. Em geral, essas pausas são usadas para os intervalos comerciais da transmissão que, em casos de Super Bowl, são extremamente caros, dada a audiência. Estima-se que uma inserção padrão de 30 segundos em uma partida dessas custou US$ 5,02 milhões em 2017.

Campeonato

Ao todo, 32 franquias participam da NFL. Elas são dividiads entre as conferências nacional (NFC) e americana (AFC) e entre regiões dentro delas da seguinte forma:

Todos os anos, elas disputam 16 partidas numa rotação de calendários a cada temporada que respeita a seguinte tabela:

  • 6 jogos contra adversários da mesma divisão;
  • 4 jogos contra rivais de uma divisão da mesma conferência;
  • 4 confrontos contra times de uma divisão da outra conferência;
  • 2 jogos contra equipes da mesma posição na temporada anterior, um de cada uma das outras duas divisões dentro da mesma conferência.

A partir disso, as campeãs de cada região de cada conferência, mais as duas melhores campanhas não campeãs de cada lado se classificam para o que chamamos de playoffs, o mata-mata dos americanos. Depois que as seis equipe de cada lado estão selecionadas, elas são ordenadas da melhor pra pior campanha no geral.

Os dois melhores colocados de cada lado descansam na primeira rodada (Wild-Card), enquanto os demais se enfrentam respeitando a ordem de 3º contra 6º na casa do 3º e 4º contra 5º com mando de campo do 4º.

Os times que avançarem enfrentam os dois que descansaram na segunda rodada (Divisional Game), sempre jogando o time de melhor campanha contra o de pior e os dois intermediários entre si e sempre com mando de campo dos melhores colocados.

Quem vence disputa o título da conferência (Championship Game) também na casa do time de melhor campanha. Essas duas equipes (de cada lado) disputam pra ver quem será o representante daquela conferência no Super Bowl.

Super Bowl

O Super Bowl, por sua vez, não obedece mandos de campo. A sede é definida com anos de antecedência, o que permite que os ingressos sejam vendidos e a organização seja planejada muito antes.

Como dissemos, esse ano será disputada a edição 51 do Super Bowl, no NRG Stadium, em Houston, no Texas, mas este evento criado em 1967 nem sempre foi da maneira como conhecemos hoje.

Além do show de luzes e fogos promovido pela NFL, do alto preço do intervalo comercial, de ser a maior audiência da televisão americana e de "reservar espaço" anualmente para a decisão do campeonato mais importante dos Estados Unidos, o Super Bowl se destaca pelas grandes atrações que se apresentam no show do intervalo.

As atrações, porém, só começaram a crescer a partir de 1993, no Super Bowl 27, quando Michael Jackson foi o convidado e fez um show memorável cantando alguns de seus sucessos como "Billie Jean" e "Black or White", além da interpretação história na qual MJ e um coral de crianças cantaram "We're the World".

Depois disso, essa atração não parou mais de crescer e acumulou diversos momentos marcantes como:

Diana Ross deixando o estádio de helicóptero, em 1996;
Blues Brothers e a aparição surpresa de James Brown, tocando jazz e blues em Nova Orleans, em 1999;
Bono Vox, vocalista do U2, revelando a bandeira dos EUA do lado de dentro de seu paletó após apresentarem no telão a lista de vítimas dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, em 2002;
Paul McCartney, o único Beatles que se apresentou no Super Bowl até hoje, fazendo apresentação comovente, em 2005;
Bruce Springsteen fez discurso cabível no começo da sua apresentação no Super Bowl: "Quero que vocês se afastem desse molho de guacamole. Quero que vocês larguem essas asinhas de frango. E aumentem o volume da televisão no máximo!", em 2009.
Madonna, já considerada a rainha do pop, foi carregado ao palco por soldados romanos no Super Bowl, em 2012.
Na edição cinquentenária do Super Bowl, o show do intervalo reuniu ninguém menos do que Beyonce, Coldplay e Bruno Mars, fazendo, entre outras coisas, discurso alinhado com o movimento Black Lives Matters, em 2016.

Neste ano, a atração da vez foi Lady Gaga e o show foi de arrepiar:

 

Curtiu? Vai começar a acompanhar as partidas? Agora doutrine seus amigos para torcer junto também.

E se quiser escolher uma equipe pra torcer, recomendo muito ver a origem histórica dos nomes tanto da Conferência Nacional como da Conferência Americana.


publicado em 05 de Fevereiro de 2017, 17:54
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Breno França

Editor do PapodeHomem, é formado em jornalismo pela ECA-USP onde administrou a Jornalismo Júnior, organizou campeonatos da ECAtlética e presidiu o JUCA. Siga ele no Facebook e comente Brenão.


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