Livemocha, conheça o Facebook dos idiomas

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Uma coisa é fato: em algum momento da sua vida você vai ter que aprender um idioma além do português.

Hoje se fala que o chinês é a língua do futuro ou que, se Hitler tivesse vencido a Segunda Guerra, a gente estaria aprendendo alemão em vez de inglês, mas o certo é que, cedo ou tarde, a lazer ou a trabalho, um dia você vai precisar se relacionar com pessoas em outro idioma.

Pensando nisso, uns caras lá de Seattle (EUA) inventaram uma ferramenta on-line com a qual você pode aprender qualquer idioma do mundo do melhor jeito que existe: fazendo amigos. No Livemocha, além de aluno, você também é professor e pode aprender idiomas ajudando os outros a aprenderem a língua na qual você é fluente.

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Tudo começa no cadastro que, como no Facebook, é grátis e, segundo os donos, sempre será. Lá você coloca seus dados e diz qual (ou quais) idioma você domina fluentemente. Em seguida, te perguntam qual língua você quer aprender. Você pode mudar essas informações a qualquer momento posteriormente.

O mais legal do Livemocha é que ele usa um sistema 100% colaborativo.

Ou seja, uma vez cadastrado, você pode começar a procurar pessoas que tenham preferências opostas às suas. Por exemplo, se você fala português e quer aprender inglês, você pode encontrar uma irlandesa que esteja interessada na cultura brasileira e em português. Aí, meu amigo, é com você. Vocês podem ir bem mais além do que a simples troca de línguas.

Quer entrar de cabeça? Comece pela língua.

Falando assim, pode até parecer um sistema meio bagunçado e confuso, mas, chegando lá, fica claro que a ferramenta funciona bem. Existem lições e tutoriais para cada idioma e os seus amigos podem ser seus tutores, te ajudando em pontos como pronúncia, escrita e gramática. A plataforma do Livemocha suporta webcams e microfones, o que ajuda (e muito!) na hora avaliar a sua evolução no aprendizado. A cada lição, existem textos que você pode gravar e mandar para que seus tutores avaliem sua pronúncia.

A professora de Munique

Foi com a ajuda dela que aprendi, por exemplo, que a letra Eszett (ß) soa como SS em alemão. Além disso, no chat acabei elaborando um guia alternativo para uma outra alemã que quer vir ao Brasil e fugir dos pontos turísticos tradicionais. Em troca, ela me contou que em Frankfurt, eu não podia deixar de provar o Apfelwein, uma espécie de cidra ou vinho feito de maçã.

O grande trunfo do Livemocha é a experiência que ele gera para o usuário. Diferente do que acontece nas tradicionais escolas de idiomas, o serviço possibilita que a gente entre em contato com pessoas do mundo inteiro com os mesmos interesses que os nossos. Por ser online e colaborativo, as possibilidades são infinitas. Apesar de eles terem apenas cerca de 35 cursos oficiais, imagino que, na real, todos os idiomas do mundo podem ser aprendidos e ensinados, só depende das interações criadas entre os usuários, que já ultrapassam os 5 milhões.

Oportunidades estão aí para serem aproveitadas. Por experiência própria, poucas coisas são mais frustrantes do que perder grandes chances apenas por não conseguir se comunicar em outra língua. Sugiro um teste.

Afinal, o seu inglês engana a quem mesmo?

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Para mais dicas imperdíveis como essa, acesse o blog Vivo On.

artigo-patrocinado


publicado em 02 de Setembro de 2010, 09:00
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Thiago Rocha Kiwi

É nosso correspondente em Londres. Jornalista, nascido e criado na selva paulistana, gosta das oportunidades desafiadoras. Apaixonado por informação e conhecimento, enxerga o trabalho como uma forma de evolução e a internet como revolução. No Twitter, @thiagokiwi.


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