Tudo em família

Um relato de quando a putaria fica apenas dentro de casa.

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São quase oito horas da noite e bem na minha frente eu vejo, além da tela do computador, uma garrafa de Dimple pela metade. Ouço o som de uma chuva fina caindo la fora bem atrás de mim, pela janela. Momento melhor para compartilhar com vocês minha última aventura.

Todo homem vai tendo experiências diversas durante a sua vida. Algumas boas, outras nem tanto, mas que no final, olhando lá da frente sempre percebemos que algum ensinamento foi passado. Ok, agora parando de filosofar, o que eu tenho pra lhes contar é uma coisa muito boa.

O sonho de quase todo homem é transar com duas garotas ao mesmo tempo, vê-las se beijando apaixonadamente em uma banheira cheia de espuma e o caralho a quatro.

Na parte do “caralho a quatro”, leia-se: gemendo muito.

Mas não é disso que falaremos hoje. O que aconteceu envolve sim três pessoas, envolve sim transar, e envolve sim muita putaria, ainda mais quando o cara que comeu a garota com você, é o seu próprio irmão. Exatamente. Eu, a garota e meu irmão.

Nós conhecemos a garota em um churrasco. Foi aquela coisa: amiga de um amigo. Trocamos algumas palavras, ela aparentemente gostou dos dois. Não deu uma semana, nossa casa estava livre. Meus pais viajaram.

Aproveitando a situação, acertamos com essa garota de que ela traria mais uma amiga. Ficaríamos assim: eu com a amiga e meu irmão com ela. Tudo combinado, até que na noite anterior ao dia marcado ela me liga dizendo que a amiga não poderia mais vir. Parecia que tudo tinha ido água abaixo.

Fui dormir pensando a merda que tinha acabado de acontecer. Na manhã seguinte, não admitindo aquela situação, liguei pra ela e a convenci a vir sozinha. Eu sabia que aquela cara de safada não iria me decepcionar quando eu mais precisava. Ou melhor, quando nós mais precisássemos, porque tinha meu irmão na jogada.

Unidos desde o começo
Unidos desde o começo

A garota, muito pontual, chegou em casa no horário marcado. Sentamos os três no sofá da sala, conversamos um bocado, tudo em nome de fazer ela se sentir a vontade. Quando julguei que estava na hora, sai de lá e a deixei com meu irmão. Assim que voltei notei que eles tinham se beijado.

Meu irmão, em um ato muito ninja, saiu de lá dando espaço pra mim. Estava evidente que ela tinha entendido tudo – talvez desde o ínicio – e tinha adorado a idéia. Não demorou muito e eu a beijei.

E como em uma brincadeira de batata-quente eu a repassei novamente para meu irmão, fazendo com que ele a levasse para o quarto. Alguns minutos depois, resolvi entrar também. Dei de cara com ele sentado na cama e ela de boca no membro junior dele. Fiquei alguns instantes olhando o vai e vem da cabeça dela. Depois quis esquecer a cena, juro.

E novamente como em uma brincadeira de batata-quente, meu irmão saiu do quarto deixando livre para mim. Ela repetiu o ato em mim, me estimulou de várias formas. Mas mandei ela esperar quando ela pediu “vem cá”, se deitando na cama.

Fizemos o revezamento por diversas vezes. Ela brincava um pouco com um, e depois com o outro.

E que uma coisa fique bem clara...

Depois do primeiro boquete, não houve mais beijo. Ela tentou, foi aí que a gente treinou as mais diversas esquivas.

Ninguém mais beija, acabou de pagar uma...
Ninguém mais beija, acabou de pagar uma...

Quando chegou a minha vez de novo, e eu resolvido que ia acabar com aquilo logo, entrei no quarto e vi ela deitada de bunda pra cima na minha cama. Desvirei ela e fiz o que tinha que fazer de uma vez por todas.

Uma coisa é certa. Ela é daquelas que leu isso aqui com certeza. O que eu fiz dentro da boca dela explica tudo, seguido de um “seu desgraçado”. Ela adorou, eu adorei, e é assim que tem que ser.

Meu irmão entrou, e não se importando com a cena de duas pessoas totalmente peladas e cansadas, avisou que meus pais estavam chegando em poucos minutos. Ela foi embora e eu a vi muitas poucas vezes depois disso. Mas fica a dica: experimentem fazer estas coisas em família. Muita risada e conversas jogadas fora em noites aparentemente inúteis, eu garanto.

E você? Já viveu algo parecido? Compartilhe.


publicado em 04 de Abril de 2009, 16:45
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O Libertino

Me chamam de devasso, imoral, incorreto. Eu diria somente que sou um belo aprendiz da vida.


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