Ter sorte ou fazer a sorte?

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Cara, eu não sei bem como explanar uma explicação sobre fé, destino, sorte, ventura.

Uns acreditam em tudo isso. Acham que o mundo se desdobra a seu favor ou contra as suas vontades. Esses aí têm certeza de que um deus planejou tudo e definiu, desde o início dos tempos, todas as pegadas que você vai dar na vida. E nem venham os que acham que deus é um bagunçado administrador ou um sádico lá-de-cima que adora o caos ou não sabe se livrar dele. Tá tudo no mesmo saco.

Para equilibrar toda a pendenga, temos os humanistas que não querem depender de nada, se não si próprios, para definir qualquer situação do dia-a-dia. Esses aí gostam de dizer que o destino não existe, que fazem a própria sorte e que comandam a própria estrada. Eu, eu, eu, eu. Varrem para debaixo do tapete qualquer vestígio de ajuda inerente para botar na cabeça de qualquer um que "você pode, você consegue".

Eu? Tô aqui e tô lá.

Ambos os lados tem sua razão de ser. Há sim o empurrãozinho da natureza nas coisas e existe sim o pleno controle de suas ações. Um não se define sem o outro. O destino traz sim muitas coisas, mas até determinado ponto. Daí pra frente, amigo estivador, é contigo. Sem o destino, não existe a atitude. E o que seria desse propósito sem as situações que a vida joga na nossa cara pra gente lidar?

Tá lá, ou melhor, tá aqui. Dá uma olhada nesse vídeo e percebe o que quero dizer:

Link YouTube | Faz a própria sorte quem tem sorte de se deparar com as melhores situações

E convenhamos que, se depara com as melhores situações quem faz a própria sorte.

E viva esse loop doido da vida.


publicado em 06 de Dezembro de 2011, 11:14
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Jader Pires

É escritor e colunista do Papo de Homem. Escreve, a cada quinze dias, a coluna Do Amor. Tem dois livros publicados, o livro Do Amor e o Ela Prefere as Uvas Verdes, além de escrever histórias de verdade no Cartas de Amor, em que ele escreve um conto exclusivo pra você.


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