A conversa sobre paternidade é uma das mais importantes do nosso tempo. Venha para o PAI: Os desafios da paternidade atual, discutir e colocar em prática o tema.
Compre já o seu ingresso!

Dicas da vovó: quem nunca?

E aí que um rapaz de Madrid se pegou pensando: "poxa, tô ficando velho, já tenho filhos. Que eu vou dizer pra eles quando eu ficar velho? Digo, como conselhos. Minhas avós sempre me deram conselhos para guardar dinheiro, me cuidar na rua. E eu? Vou falar o que pros meus netos? Vou dizer pra eles não comprarem apps para o celular que tenham um logotipo feio? Opa! Por que não?"

O cara em questão é o redator Chacho Puebla, que usou a sua bisavó pra retratar dicas que ele gostaria de ter recebido quando moleque para lidar com as "importantes" decisões dos dias de hoje. Se liga nos conselhos que ele gostaria de ter recebido e que passará para as próximas gerações:

"Não compre um app que tenha um logotipo feio"

 

"Nunca jogue World of Warcraft. É muito, muito, muito viciante"

 

"Não confie em alguém que use o Xing (parecido com o LinkedIn) como principal rede social"

 

"Não acredite em tudo que lê e vê no Wikipedia"

 

"Filho, não tuíte só por tuítar"

 

"Não pense que você é um fotógrafo só porque usa o Instagram"

 

O Vimeo tem mais qualidade, mas o YouTube tem mais conteúdo"

 

"Não perca tempo no Google+. É como o Facebook, mas sem os seus amigos pra dar mais ação"

 

"Nunca (jamais) deixe o seu companheiro saber a sua senha. Acredite em mim"

Hipster? Um pouco. Inútil? Pode ser. Mas o primeiro passo é sempre admitir. Ficaremos velhos e aconselharemos outros que virão depois.

E aí? Qual a dica que tu vai passar pros teus próximos?

 

 


publicado em 03 de Dezembro de 2011, 07:09
13350456 1045223532179521 7682935491994185264 o

Jader Pires

É escritor e colunista do Papo de Homem. Escreve, a cada quinze dias, a coluna Do Amor. Tem dois livros publicados, o livro Do Amor e o Ela Prefere as Uvas Verdes, além de escrever histórias de verdade no Cartas de Amor, em que ele escreve um conto exclusivo pra você.


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

Sugestões de leitura