Todo mundo adora explosões: Islândia, onde o baguio é loco

O relato de Bruno passos andando pela Islândia

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É, amigos, cá estou eu de volta.

Confesso que andei desanimado da escrita, mergulhado em notícias do dia, me vi criando apenas anestésicos para nosso cotidiano surrado e me senti meio calhorda. Qual a importância da viagem ao mundo alheia quando se vive na realidade do Brasil? Ser feliz hoje é quase um insulto.

Mas, ao mesmo tempo, se não nos restar as aventuras, anseios e utopias, como seguir em frente? Refleti muito sobre isso e, talvez autoindulgente, retornei.

Espero que por alguns minutos eu te leve comigo nesse rolê transcontinental, partilhando as maravilhas e surpresas de um cara que nunca viu neve e se enfiou num dos cantos mais gelados do mundo.E lá vamos nós!

Mais aguardado que quinto dia útil e mais querido que Netflix em dia de chuva, eis que chegamos a segunda parte da nossa odisseia hipotérmica, hasteando o bastião da sabedoria nas pilastras da galhofa, sem mais delongas, ao gelo.

* * *

Depois da parte 1, na qual passeamos na praia de cristal, encontramos os icebergs rajados e descobrimos a praia negra, era hora de descansar. É hora da nossa primeira estadia em um hotel de verdade!

Das pequenas grandes alegrias de uma viagem, será também nosso primeiro jantar em um restaurante após todos estes dias de sandubas de atum.

Fome. Muita. Fome.

Sete da noite, saímos a pé do hotel e, encapotados, cruzamos a pequena rodovia que separava os dois lugares. Foram mais de oito horas pelas estradas inóspitas daquele canto do mundo, tudo que mais queríamos era uma porção farta e gorda de comida quente. Sentamos em uma pequena cabine que, como todo o resto, era de madeira. Logo uma tiazinha de cabelos pretos e ancas largas veio nos atender. Sugeriu, sem cerimônias, o prato “mata fome” da casa,  peixe do dia, frito e empanado, acompanhado de batatas assadas.

Nada que entraria para a história da gastronomia, nós pensávamos.Mas Jesus no céu e aquele peixe na Terra! Da porta da cozinha saíram dois pratos fumegantes do tamanho de um antebraço cada um, a tia ria, como quem sabe que aqueles olhos estalados de surpresa eram corriqueiros.

Não me lembro de comer algo do mar tão delicioso na vida, o sabor de uma casquinha crocante só era interrompido pelos pedaços suculentos dentro dela, um molhinho de limão encorpado afogava os nacos um a um antes deles irem goela abaixo. As batatas graúdas pareciam pequenos tocos de manteiga depois de cada mordida.Das grandes lições que aprendemos em viagens, a comida caseira mais simples pode ter o melhor dos sabores quando dedicamos um momento especial a ela.

De buchos cheios e lentos como duas sucuris, atravessamos rolando a rodovia e nos jogamos na cama viking.

A felicidade é um estômago estufado.

Dez horas da noite, o telefone insulta a digestão e, tal qual um guerreiro incansável, ando cinco metros para ouvir o inesperado:

“Sir, do you want to see the Aurora? Just go outside.”

 

Link Youtube | Pare a leitura. É sério. Ligue seu som. Agora prossiga enquanto ouve isso.

Naquela altura já tínhamos desistido de presenciar o fenômeno, aquele era, oficialmente, o último dia que diziam ser possível avistar a Aurora no ano, tínhamos tentado todos os outros dias, mas o mais perto que chegamos foi uma noite encoberta por nuvens esverdeadas, o que já era bem surreal, mas não deixava de ser um anticlímax.

A Camila voou da cama, pisquei novamente e ela já estava no corredor falando para eu não esquecer a chave.

Eu não podia acreditar, a Aurora Boreal é daquelas coisas da vida que sempre estão nos nossos planos, mas que nunca achamos que vamos realizar de verdade. De repente, lá estávamos nós, a uma porta de distância de um dos maiores fenômenos do mundo!

Lembro como se fosse agora, três crianças passaram correndo à minha frente pela porta giratória, eu parei por um momento, hesitei, o sentimento raro que temos quando vamos entrar em um lugar que estão preparando algo pra gente e não queremos estragar a magia da coisa.

Então, uma senhorinha, curvada como um catador de mexilhões, me ultrapassou mostrando que já era hora de ir.

Depois da porta, vejo a Camila sorrindo e quicando pra todo canto me apontando o céu, ela estava tão linda e feliz que poderia ter ficado tudo nublado bem ali que eu não ligaria mais. Mas não nublou. E quando eu olhei para cima o céu estava, literalmente, em festa.

Raios verdes e brilhantes rasgavam, sem pudor, o céu.

Eu sempre pensei que os feixes ficassem serpenteando parados, mas não, quando eu parava um instante para guardar o momento com uma foto, o maldito raio fujão ia embora pro outro canto! Era um gato e rato cósmico louco. Jesus, deram cogumelos pro céu!

Dos raros momentos em que conseguimos notar ali, na hora, que estamos vivenciando algo inesquecível, que a vida é uma sensação foda de incompreensão e plenitude ao mesmo tempo.

As serpentes se aquietaram, sumiram deixando o pretume fazer as pazes com a Lua, na Terra todos ainda permaneciam lá, dando risadas entre si, garotas imitavam os movimentos com as mãos, alguns velhos ainda olhavam pra cima, estávamos todos bêbados de estrelas.

Nosso único objetivo fotográfico na viagem toda era fazer uma foto fantástica da Aurora Boreal, ficamos tão extasiados que as únicas imagens que nos restaram foram dois momentos tremidos que capturamos com o celular. Logo quando saímos, segundos depois nos esquecemos de tudo e ficamos caçando, dançando e fazendo piadas. Ok, não foi muito inteligente, mas foi divertido demais.

Mas a odisseia está longe de acabar e o dia seguinte acelera cedo, iremos ao encontro das lendárias montanhas coloridas de Landmannalaugar (pronuncia-se Lalalamaralalagalalar).

Essa foto eu tirei do Pinterest

Dotados de extrema confiança  e total ignorância, preparamos os sandubas de atum, enchemos o tanque do apitomóvel (nosso 4x4 que passou uma viagem apitando porque alguma pica de uma porta estava “aberta”) e partimos rumo ao desconhecido.

Após mais de 40 minutos na estrada sem cruzarmos com carro algum, começamos a suspeitar que algo estava errado, o branco tomava a paisagem de açoite, nem a pista era perdoada. A neve era, ao mesmo tempo,  vasta e claustrofóbica. Mas, truta, a gente é brasileiro e, sei lá, nunca viu neve, vai ver a coisa é essa mesmo, tudo brancão e favorável, nós seguimos.

De repente uma pontezinha estreita, daquelas que só passa um carro apertado, foi então que paramos a uns 50 metros.

—Vai?

—Vai ué, por que?

—Porque tá com meio metro de gelo ali e se atolar, fodeu.

—Então vai rápido.

—Boa!

—Boa! 

Ah, o que seria do mundo sem as ideias de merda? Acelerei. Os primeiros dez metros foram sambando. Os vinte e os trinta foram no prumo. Os quarenta pra direita. Prende ar. Os cinquen.... Ai caralho, caral... passamos. PASSAMOS!

Poucas sensações são tão gostosas quanto uma ideia de jerico que funciona. Já respirando, seguimos em frente e demos de cara com uma queda d'água fantástica, descemos do carro aproveitando que lá era o único lugar em que víamos um pouco de chão e saímos para explorar.

As águas naquele lugar particular tinham mais de uma cor, ora um verde bem leitoso e fresco, ora uma azul intenso e bem fechado, dava uma vontade do cão de cair na água.

Bora pro carro. Pouco mais de 10 minutos depois, estávamos totalmente tomados pela neve, tudo era branco, assustador e hipnótico, não tínhamos como continuar sem saber onde estava a estrada, saí do carro e andei até um pico alto e próximo. Nada. Nem estradas, nem ao menos marcas de pneu na neve, apenas o completo vazio branco.

Confesso que a ideia de entrar no carro e criar uma nova rota era empolgante, mas num lampejo de inteligência lembramos que nossos celulares já não tinham sinal naquele ponto e o apitomóvel não parecia um bom lugar para passar a noite.

Então a cerca de 20 km das montanhas coloridas, retrocedemos. Não que o caminho de volta não fosse bonito, mas aquelas montanhas ainda me pagam.

Não tardou para nos deparamos com a pontezinha da aventura, mais uma vez o tiro ao alvo humano funcionou, o caminho que nos tratou tão mal ao ocultar a chegada, ao menos foi simpático nos mirando no retorno seguro.

Logo a nossa frente, duas americanas tinham sido pegas pelo azar das montanhas, seu carro estava atolado na neve bem no meio da estrada. Paramos para ajudá-las. Na condição de cara durão que surge do nada e salva o dia, me afundo debaixo do carro e com o pé de cabra cavuco como um tatu, saio lá debaixo suando e mando um “turn it on” todo presença.

Eu.

O carro não se desloca um centímetro. A motorista loirinha me fuzila, olhando para mim com a maior cara de bunda da História.

Ela.

Sentindo toda a energia positiva que ela emanava e visando não ser amaldiçoado por todas as encarnações, me senti compelido a dar uma carona até o ponto mais próximo de civilização. Bem, de todo modo, sempre é bom conhecer gente nova, né?

Meu deus, que mina... MALA. Em apenas dez minutos, ela conseguiu dar umas 10 respostas mal educadas, achou que éramos seu táxi e ainda foi grossa pra caramba quando o cara do hotel pediu para ela esperar pela ajuda.

Ainda assim não devemos desejar o mal aos outros. Ao ouvir do cara do hotel que ela gastaria mil dólares de reboque e que demorariam três horas eu me recusei a sorrir.

Rodando outra vez, chegamos ao Thingvellir Park, um lugar bonito (filmaram um pedaço de Game of Thrones lá) com importância histórica (eles reuniam o parlamento e afogavam pessoas “ruins” também) e o único encontro de placas tectônicas visíveis acima do nível do mar.

Sinceramente? Pule. O pedigree não faz jus ao passeio, a própria estrada até lá era dezena de vezes mais interessante que o lugar em si.

Ainda temos um restinho do dia e no caminho para a Reykjavik (a capital), temos a sorte de passar por um gêiser enorme bem no meio da estrada (ok, o país todo é “o meio da estrada”). Estacionamos e somos recebidos por uma placa com a tradicional sensibilidade viking:

“Cuidado com queimaduras, hospital mais próximo a 60km”.

Logo o cheiro de enxofre entope a alma, a natureza é fantástica, mas o cheiro de peido é uma piada que Deus não explicou.

Caminhamos pouco por um cercado margeando pequenos poços de água fervente até encontrar uma lagoinha, com cerca de 9 metros de diâmetro. Umas 10 pessoas olhavam fixamente para o miolo do lugar, entre o tosco e o deslocado. Ficamos uns 5 minutos fazendo o mesmo, eis que a lagoa parece puxar um arroto, quase uma, quase duas, boom! Explode um jato com uns 10 metros de altura! 

O vento leva parte da água para além da cordinha de segurança e a natureza revela a nacionalidade dos presentes, três gringos (franceses?) mostram por que entraram no crossfit, correndo como se não houvesse amanhã, escapam com uns 30 metros de margem. Enquanto isso, o casal ao lado deles não sai do lugar, o cara coloca o braço acima da testa e a mulher, irmão, a mulher apenas continua comendo um pacote de bolacha sem se mexer. Vikings, parceiro.

A foto não faz jus. Esse jato tem 10 metros de altura!

Pra quem imaginava os gêiseres somente como um encanamento com defeito, confesso que achei algo impressionante de se ver ao vivo. É bem divertido ficar conversando e esperando a próxima explosão. Todo mundo adora explosão.

Hora de respirar um pouco, pausa para uma noite de sono estendida, seguida de um café da manhã cavalar e, só aí, estrada novamente.

Fazia um céu absurdamente azul e caloroso, dentro do carro tirávamos as blusas grossas enquanto seguíamos rumo a Gulfoss, a cachoeira mais visitada da Islândia.

Chegamos ao local e tudo que se podia ver era um imenso estacionamento atolado de ônibus e carros, com algo que parecia ser uma escada que descia para a queda. Na hora pensei que este era um passeio bacana para os meus pais, não para mim. Era no meio do nada, porém muito acessível, seguro e cheio de gente, confesso que deu um bode antes de sairmos do carro.

Nos dirigimos à escadinha, ambos com blusas bem leves, fazia um puta sol gostoso. Ao nosso redor, tiozinhos encapotados até o caroço, gente mais coberta do que em todos os lugares que eu fui. Já nos preparávamos para o momento Cocoon quando começamos a descer a escada e um vento vindo sei lá de onde nos tomou de assalto. Estávamos bem no meio de um vale nevado muito estreito e comprido, nunca vi tanto vento na minha vida. Eu e a Camila começamos a nos divertir conversando no vento, era preciso quase berrar, mas parecia uma ideia boa.

Após uns cinco minutos, meu lábio inferior se despediu, em dez o superior e, por fim, a língua (tente falar “puta ideia boa” sem mexer os lábios e a língua). Soando como o Boça, vimos um moleque nos filmando e achamos melhor cessar a conversa ali. Com sorte, em quinze minutos já estávamos de frente à cachoeira. Ela era tão grande que fez a multidão se tornar um nada, a água descia rindo do nosso tamanho ínfimo.

Então, nosso silêncio se tornou respeito e, mesmo que quiséssemos, o barulho do vento e da queda eram tão altos que para nada serviriam nossas vozes.

Ficamos cerca de meia hora contemplando o monstro, milhões de litros jorrando sem pudor, a água passeava no ar e nos atingia feito tormenta, causando uma impressão estranha de chuva em meio ao sol a pino. Num misto de maravilhamento e criogenia, nos retiramos, a sensação de sentir o aquecedor do carro foi quase tão espiritual quanto a de ver a queda. O dia prometia mais, bora pro apitomóvel.

No meio do caminho, a placa “Kerid Crater”, basicamente um lago dentro de uma antiqüíssima cratera vulcânica. Falando assim parece super interessante, mas vimos as fotos antes de viajar e achamos que era só um buraco (sem ofensas, amigos geógrafos) sem nada demais para ver.

Aconteceu que já estávamos para almoçar e aproveitamos o lugar vazio para estacionar o carro e lanchar no buracão (?).

Mas assim que andamos o suficiente pra ver, de cima, toda a cratera, pudemos constatar que os geógrafos estavam certos, o lugar era incrível.

Daqueles cantos tão inusitados que dão bug no cérebro. Descemos o caminho íngrime até o lago e sentamos no único banquinho que existia por lá. O lugar era como uma arena pronta para assistir ao lago, um lugar onde a própria natureza se cultuava.

Passamos um bom tempo lá, entre lanches e chocolates, contávamos um sem números de tons de marrons e verdes a nossa frente. De barriga cheia, encerramos o espetáculo e seguimos.

Com um tanto de dia nos sobrando, arriscamos uma ajuda do GPS mirando o primeiro “vista panorâmica” próximo ao litoral.

Em Reykjanes Peninsula não tinha nenhum carro, parecia um destino renegado e sem graça, não fosse pela estrada de lava endurecida que tornava o final da sua rota algo interessante, eu já teria desistido. E como 90% dos meus palpites, eu estava totalmente equivocado.

Paramos de frente a um imenso penhasco, o lugar todo era como um altar louco, de fazer inveja a Gaudí. Os pedregulhos da entrada iam acabando conforme a inclinação começava, nela, um gramado fofo querendo esverdear era margeado dos dois lados por um sem número de pássaros com seus ninhos na encosta.

O Sol fazia seu papel, nos instigando a seguir pela rampa natural, entre uma ofegada e outra, olhávamos a vista com imensos rochedos se bronzeando por todos os lados.

Também era divertido ter o vento como maestro, se apontava para os lados, só ouvíamos os pássaros. Se mirasse as rochas, eram as ondas vindo graves, sem nunca cumprirem a promessa de quebrar. E se batesse as nossas costas, buscando o mar, um silêncio estranho pairava, nos lembrando que também tínhamos voz.

Tentando rivalizar com a natureza, um Farol perdido em lava, costa a dentro, nos chamava a atenção, e antes que a poesia e o lirismo nos dominasse de uma vez, achei melhor subir ao altar um último momento, eternizando minha comunhão.

Inspirados pelo espírito ninja, nos dirigimos a uma redoma de fumaça que emergia do chão a algumas dezenas de metros dali, onde uma pequena ponte tinha sido golpeada.

Se a cinco minutos atrás estávamos num litoral vivo e fértil da Islândia,  agora tudo fervia em meio a desolação. Ah, essa ilha bipolar.

O Até breve

Finalmente nosso último dia chegara, hora do passeio de tiozão mais clássico da ilha, Blue Lagoon.

Dos únicos lugares lotados, era preciso inclusive comprar ingressos com antecedência para poder nadar neste spa termal. 

O grande barato? A combinação de algas, silica e minerais torna a água leitosa e bem opaca, o que faz seu banho quente ao ar livre ainda mais surreal naquele canto de estranheza.

As sinceridades? Você paga mais de cem reais para ficar uma hora (tem tempo!) boiando na fumaça. Acontece que aquela não é uma piscina natural (coisa que você encontra no caminho, e de graça), ao fundo as chaminés da Usina Geotermal soltam o excedente da fumaça quase cenográfica.

Ainda assim, tenho que admitir que foram sessenta minutos bem interessantes. A começar pela entrada, só é permitido entrar nas piscinas após tomar uma ducha (nu), vendo aquela imensidão de nacionalidades de gente pelada, me senti com se estivéssemos sendo preparados pra entrar numa nave que povoaria outro planeta. Já a Camila não teve exatamente a mesma sensação, seu biquíni brasileiro atraiu desde curiosidade, até uns olhares tortos (nem só de século 21 vive o mundo).

Foi um bom momento pra falar sobre a viagem, a gente flutuava enquanto lembrava de tudo que tínhamos passado, entre uma frase e outra, velhas com a cara cheia de lama branca tomavam coquetéis enquanto adolescentes flertavam com tudo que se movia. Me senti num filme de ficção científica dos anos 80.

Acabados e derretidos, montamos pela última vez no apitomóvel a caminho do aeroporto.

Ainda nos faltou metade do país, mas não imagino o que o futuro nos reserva, vou ficar pensando por um bom tempo somente neste pedaço de outro planeta que mal conheci e já considero demais.

Torço para que eu  tenha conseguido te levar por alguns instantes neste canto torto do mundo. Torço ainda mais para que você esteja se coçando tanto que o próximo texto aqui seja o seu, não importa pra onde, contanto que esteja acompanhado pelos seus (e saiba algumas poses ninja puro estilo).

E aquele obrigado maroto a Sony pelo Xperia Z5 que conseguiu me acompanhar na água e na fumaça e ainda salvou a pátria da Aurora Boreal e, é claro, agradecimentos também à Timberland Brasil, que só não me esquentou mais do que a Camila(#amoreterno #amorromântico) nessa viagem. Me despeço com um combo de jabá honesto, James Bond e pose sem sentido.

Como sempre, espero que tenha sido útil ou, ao menos, divertido


publicado em 05 de Outubro de 2016, 00:05
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Bruno Passos

Pintor e dono da Conto Figueira. Ama livros, filmes, sol e bacon. Planeja virar um grande artista assim que tiver um quintal. Dá para fuçar no Instagram dele para mais informações.


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