Calor, casamento, vergonha e dieta: os textos mais lidos de janeiro

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Ah... como é bom estar de volta.

Janeiro e suas mazelas. Corre devagar, escorrega no calor, antecipa o bom e velho carnaval -- até quando esse chega atrasado, só em março. É o mês das expectativas, é o tempo em que botamos em prática o que vai nos envergonhar durante o ano inteiro. É o mês dos calores, das enchentes, dos programas de verão.

Esse foi o janeiro dos beijos na novela, da ação policial como sempre foram as ações policiais, dos recordes de temperatura desde que se começou a marcar recordes de temperatura. E ainda vai ter Copa.

E o ano tá só começando. Com ele, os textos mais lidos de janeiro de 2014 no PdH:

1. Da eterna falácia do relacionamento masculino compulsório, por João Baldi (62,497)

Na verdade, eu quero apenas tocar em um ponto bem menor e, talvez, bem mais particular, que é o fato de que quando você faz isso, tanto quanto machista, você está sendo bastante babaca.
Na verdade, eu quero apenas tocar em um ponto bem menor e, talvez, bem mais particular, que é o fato de que quando você faz isso, tanto quanto machista, você está sendo bastante babaca.

2. [18+] O tesão líquido das primeiras vezes, por Francesinha (50,379)

Nem preciso concluir dizendo que, quanto mais desejo, mais excitação e, consequentemente (se não houver nenhum problema), mais lubrificação.
Nem preciso concluir dizendo que, quanto mais desejo, mais excitação e, consequentemente (se não houver nenhum problema), mais lubrificação.

3. Não gosto de ninguém (ou prepotência “espiritual” niilista) | ID #21, por Frederico Mattos (31,212)

Se há um mundo vazio de sentido, arregace as mangas e vá construir sentido em conjunto. Mas coloque a esperança arrogante no bolso e toque as pessoas com brilho nos olhos e não com pedras nas mãos.
Se há um mundo vazio de sentido, arregace as mangas e vá construir sentido em conjunto. Mas coloque a esperança arrogante no bolso e toque as pessoas com brilho nos olhos e não com pedras nas mãos.

4. [18+] O sagrado, o profano e a alegria, por Frederico Mattos (29,652)

Em alguma medida, sim, há abuso, mas da perspectiva de quem tenta se alinhar com sua própria bagunça pessoal, pode parecer proveitoso. Pode ser um “ópio do povo”, mas um ópio menos devastador do que outros tipos.
Em alguma medida, sim, há abuso, mas da perspectiva de quem tenta se alinhar com sua própria bagunça pessoal, pode parecer proveitoso. Pode ser um “ópio do povo”, mas um ópio menos devastador do que outros tipos.

5. Três leituras para mudar velhos hábitos, por Paulo Ribeiro (27,753)

Os três que seguem abaixo foram os melhores com os quais me deparei em 2013, selecionados especialmente por serem livros práticos e que mudam nossa visão sobre assuntos do dia a dia.
Os três que seguem abaixo foram os melhores com os quais me deparei em 2013, selecionados especialmente por serem livros práticos e que mudam nossa visão sobre assuntos do dia a dia.

6. As 50 cidades mais violentas do mundo, por Jader Pires (26,708)

Separadas as 50 cidades mais violentas do mundo, três são africanas (Cidade do Cabo, Nelson Mandela Bay e Durban, todas na África do Sul). O resto está aqui, no grande Haiti.
Separadas as 50 cidades mais violentas do mundo, três são africanas (Cidade do Cabo, Nelson Mandela Bay e Durban, todas na África do Sul). O resto está aqui, no grande Haiti.

7. Puta e merda, por Helena Perdiz (23,097)

Roçar um no outro durante muito tempo é, culturalmente falando, algo que me remete à intimidade e, consequentemente, me via no dever de conhecer melhor aquela pessoa — não sou de sair me roçando por aí sem saber direito em quem.
Roçar um no outro durante muito tempo é, culturalmente falando, algo que me remete à intimidade e, consequentemente, me via no dever de conhecer melhor aquela pessoa — não sou de sair me roçando por aí sem saber direito em quem.

8. Tatuagem | guia do marujo de primeira viagem, por Bruno Passos (19,316)

Com a tatuagem é assim também, pois, mais do que ser uma mera reprodução imagética da realidade, ela se trata de um grito, um murro, um sorriso, uma tristeza ou o que diabos mais quisermos colocar pra fora.
Com a tatuagem é assim também, pois, mais do que ser uma mera reprodução imagética da realidade, ela se trata de um grito, um murro, um sorriso, uma tristeza ou o que diabos mais quisermos colocar pra fora.

9. 14 práticas para 2014 (ou Como se envergonhar de si mesmo em 2015), por Gustavo Gitti (18,302)

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10. O que aprendi fazendo dieta, por Alberto Brandão (18,251)

“Oi, meu nome é Alberto Brandão”
“Oi, meu nome é Alberto Brandão”

As escolhas do editor: a tríade do rock n' roll

Só nesse começo de ano já mandamos bala em três artigos sobre os rumos do rock 'n roll: de onde ele veio, como ele está hoje e pra onde se encaminha o estilo musical que junta três ou quatro caras com instrumentos e manda ber na cabeça a molecada:

A origem negra do rock n’ roll, por Filipe Larêdo

A origem de um estilo musical difundido por todos os cantos do planeta não haveria de ter uma explicação fácil, afinal, foi longo o caminho necessário para que o rock pudesse nascer.
A origem de um estilo musical difundido por todos os cantos do planeta não haveria de ter uma explicação fácil, afinal, foi longo o caminho necessário para que o rock pudesse nascer.

Rock n’ roll: da luz ao pó e, das tripas, coração. De onde veio e para onde vai, por Jader Pires

O rock está sem heróis e é bom que assim seja. Se for voltar a brilhar para que olhos se voltem para ele e dinheiro seja injetado, que seja com um som feito em casa, daqueles que nego vai ficar alucinado de não ter ouvido antes.
O rock está sem heróis e é bom que assim seja. Se for voltar a brilhar para que olhos se voltem para ele e dinheiro seja injetado, que seja com um som feito em casa, daqueles que nego vai ficar alucinado de não ter ouvido antes.

O rock não morreu, só mudou de lugar, por Luciano Ribeiro

Claro, é bem legal que música feita com o coração esteja em evidência, mas o subtexto no conteúdo dos grandes veículos me faz questionar se é isso que eles querem mostrar.
Claro, é bem legal que música feita com o coração esteja em evidência, mas o subtexto no conteúdo dos grandes veículos me faz questionar se é isso que eles querem mostrar.Sabendo disso, tenho uma tendência a achar que o rock não está desaparecendo. É só a gente que está olhando no lugar errado.
Claro, é bem legal que música feita com o coração esteja em evidência, mas o subtexto no conteúdo dos grandes veículos me faz questionar se é isso que eles querem mostrar. Sabendo disso, tenho uma tendência a achar que o rock não está desaparecendo. É só a gente que está olhando no lugar errado.

Extra combo!

Ainda tivemos, nesse último mês, muitos artigos de extrema relevância para nossas vidas e nossa rede.

O Ian Leite, nosso amigo da Monstro Filmes, escreveu o texto Trabalho manual: por que comprar produtos artesanais?, em que ele explica de uma maneira bem legal sobre porque é interessante pensarmos em consumir produtos artesanais, além de ter feito um vídeo animal com o pessoal da Seiva Boards, que fazem skates no braço.

Ainda na primeira semana do ano, o Guilherme escreveu um ótimo artigo -- Uma DR com meu lixo -- sobre consumo consciente e noções de como tratamos o nosso lixo:

Esse não é um texto sobre grandes soluções estruturais e invenções dignas de Discovery Channel. Nem sequer tenho repertório pra entrar nesse debate, vou é ficar feliz lendo os comentários de quem já foi mais longe nesse caminho.
Vou falar sobre nosso quintal, sobre a lixeira abaixo da mesa onde escrevo.

"Se também quiser ter uma DR com seu lixo", leia esse artigo.

E como foi janeiro para você?

Voltamos com a corda toda. Esperamos que vocês, nosso leitores, também.

O que fizemos de bom e/ou interessante em janeiro? Onde erramos feio? Queremos saber as delícias e dores de nos ler nesse começo de 2014.

Queremos ler sua opinião aqui embaixo. Faça-o. Coloque qual foi o texto mais legal e o menos interessante, com as devidas considerações.

Nos vemos lá embaixo.

 


publicado em 04 de Fevereiro de 2014, 08:00
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Jader Pires

É escritor e colunista do Papo de Homem. Escreve, a cada quinze dias, a coluna Do Amor. Tem dois livros publicados, o livro Do Amor e o Ela Prefere as Uvas Verdes, além de escrever histórias de verdade no Cartas de Amor, em que ele escreve um conto exclusivo pra você.


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