Estamos procurando um autor para escrever sobre saúde do homem no PdH! Topa? Mais informações aqui.

Lentos, rápidos, românticos, comediantes, nazistas: 350 tipos de zumbis em uma imagem

Eu me liguei na existência de zumbis lá pelo meio da década de 90, quando o primeiro Resident Evil surgiu na locadora de perto de casa. Aquilo causou um reboliço na vizinhança com a emblemática cena do começo do jogo. "Alguma coisa" é vista fazendo terríveis sons de carne sendo dilacerada, agitando a cabeça, parando quando percebe que está sendo observada e, então, vira-se, deixando cair um crânio humano parcialmente devorado cair.

Link Youtube | A emblemática cena, que hoje não assusta ninguém, mas na época deixou muita gente impressionada

Desde então, fui percebendo que os Zumbis estão por toda parte. Não caminhando, nem comendo partes de humanos. Ao invés disso, estão no cinema, na literatura, nos quadrinhos, games, RPG's, sempre incansáveis.

Com tanta exposição, é óbvio que mudanças e adições às características básicas da criatura seriam feitas. Pra ter uma noção, temos até o tipo adolescente apaixonado tentando encontrar seu grande amor. O zumbi clássico, estilo morto-vivo lento e rastejante, que surgiu no filme "White Zombie" (ou Zumbi, a Legião dos Mortos), já praticamente caiu em desuso, de tão sofisticada que a "ciência" zumbi tem se tornado.

O artista Jason Thompson resolveu criar um mapa, catalogando cada "espécie" de zumbi, por tipo de infecção (fungos, infecção, alienígenas), se são violentos ou amigáveis, comediantes, românticos, animais, nazistas, grau de vulnerabilidade, etc.

Dá pra ficar um bom tempo "estudando" o pôster, que contém bastante informação.

Se achar legal mesmo, pode comprar uma cópia e pendurar em casa.

Clique pra ver maior
zumbi1

publicado em 21 de Janeiro de 2014, 07:25
Avatar01

Luciano Andolini

Cantor, guitarrista, compositor e editor do PapodeHomem nas horas vagas. Você pode ouvir no Spotify. Também escreve no Medium e em seu blog pessoal. Quer ser seu amigo no Facebook e Instagram.


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

Sugestões de leitura