Preguiça, judô e meditação | Os melhores comentários da semana

Os dilemas da vida moderna tomaram conta do conteúdo do PapodeHomem nos últimos dias

De vez em quando toda a rede do PapodeHomem entra numa sintonia só.

É como se os buxixos pelos corredores, as conversas das reuniões de conteúdo, as trocas de pitaco no whatsapp e os textos enviados pelos nossos articulistas conversassem todos, empolgadamente, sobre o mesmo assunto.

Não sabemos muito bem explicar o porquê disso acontecer. Creio num espiral de ideias que começa a se movimentar a partir de uma sugestão: alguém solta um artigo na roda e várias cabeças começam a pensar em temas relacionados.

De qualquer forma, é incrível como basta colocar alguma coisa em movimento que ela arranja meios de andar.

Nesta semana, a energia trabalhou pra falar do nosso mundo interno e nossos dilemas da vida moderna. Deixamos um pouco de lado as implicações políticas e sociais, as injustiças que nos doem, os problemas coletivos, pra chamar a comunidade pra um papo sobre o que todos temos em comum: uma humanidade que parece cheia de facetas.

É sempre bom quando isso acontece. A conversa acaba rolando mais pacífica, aberta, e temos a chance de conversar sobre o que nos alegra ou o que nos aflige.

Em Pare de se culpar, use a preguiça a seu favor, por Luciano Andolini

Em Já passou da hora de pedirmos desculpas a Edinanci | Mergulho Olímpico #6, por Rafael Nardini

Em O que aprendi morando três meses com uma lenda viva, por Bruno Passos

Em Limitando sua atividade | Mente de Principiante #12, por Daniel Gisé

Em A arte da experimentação pessoal, por Alberto Brandão

 


publicado em 06 de Maio de 2016, 16:12
10710799 10152759290008996 1807417555040828999 n

Marcela Campos

Tão encantada com as possibilidades da vida que tem um pézinho aqui e outro acolá – estuda Jornalismo na Universidade de São Paulo, mas também cursa Saúde Reprodutiva Holística no Justisse College. Compõe a equipe de conteúdo do PapodeHomem, modera uma comunidade de quase dez mil mulheres e não tem preguiça de bater um papo bom.


Puxe uma cadeira e comente, a casa é sua. Cultivamos diálogos não-violentos, significativos e bem humorados há mais de dez anos. Para saber como fazemos, leianossa política de comentários.

Sugestões de leitura